Quinta, 3 de setembro de 2026

O diretor de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Mineração Morro do Ipê, Cristiano Parreiras, e o diretor de Comunicação do Ibram, Paulo Henrique Soares, na Exposibram 2026. Foto: Divulgação/Ibram

Mundo de Minas

A Exposição & Congresso Brasileiro de Mineração - Exposibram é um dos maiores e mais importantes eventos do setor mineral da América Latina. A Exposibram 2026 aconteceu entre os dias 24 e 27 de agosto, no Expominas BH. A feira contou com mais de 900 empresas expositoras e recebeu mais de 112 mil visitantes. Paralelo à feira, mais uma edição do Congresso Brasileiro de Mineração, com a participação de 200 painelistas de 16 diferentes países.

Mundo da Mineração

Destaque para o Mineramundo, uma das atrações mais concorridas da feira. O espaço transformou a geologia e o setor mineral em momento fascinante para milhares de estudantes, combinando realidade virtual, caixas de areia interativas com realidade aumentada e até um trem cenográfico, mostrando aos visitantes a importância da mineração para a nossa sociedade. O Mineramundo recebeu a visita de mais de 12 mil estudantes.

Admirados nas redes

Sete bilionários da construção e incorporação somam mais de R$ 40 bilhões. A lista de bilionários brasileiros da Forbes 2026 reúne sete empresários ligados ao setor de construção e incorporação imobiliária. Eles representam 2,75% dos 255 bilionários brasileiros e, considerando os patrimônios individuais pela Forbes, acumulam R$ 40,4 bilhões.

Admirados e exemplares

Entre os nomes, empresários ligados a grandes companhias como JHSF, MRV, Cyrela, Cury, Direcional e Eztec. Veja quem são os sete bilionários da construção e suas respectivas fortunas: Fábio Roberto Chimenti Auriemo (JHSF) - R$ 10 bilhões. Rubens Menin (MRV) - R$ 9,2 bilhões. José Auriemo Neto (JHSF) - R$ 9,1 bilhões.

Exemplares e pilares

Elie Horn (Cyrela) - R$ 3,7 bilhões. Fábio Elias Cury (Cury) - R$ 3,3 bilhões. Ricardo Valadares Gontijo (Direcional) - R$ 3 bilhões. Flávio Ernesto Zarzur (Eztec) - R$ 2,1 bilhões. Os dois maiores patrimônios do grupo pertencem a Fábio Roberto Chimenti Auriemo e José Auriemo Neto, ambos ligados à JHSF.

Pilares Sólidos

A empresa vive um momento positivo na bolsa, com as ações acumulando alta de 32% em 2026 e de 88% em 12 meses no período analisado pela Forbes. O levantamento considera informações públicas relacionadas às participações dos empresários em empresas de capital aberto, com base na cotação de fechamento das ações em 30 de junho de 2026.

Sólidos e Concretos

A Forbes ressalta que os patrimônios podem estar subestimados, já que alguns bens particulares não entram no cálculo. A lista mostra a dimensão das fortunas construídas a partir da construção civil e incorporação imobiliária, setores que continuam entre os grandes responsáveis pela transformação das cidades e pela geração de negócios no país.

Concretos e Dourados

Hora de lembrar a famosa frase "quem gosta de miséria é intelectual, pobre gosta de luxo", dita pelo famoso e saudoso carnavalesco brasileiro Joãosinho Trinta. Ele usou essa expressão nas décadas de 1970 e 1980 para defender seus desfiles grandiosos. Assim, continuamos o tema favorito dos brasileiros: o dinheiro e a inveja do dinheiro alheio.

Dourados de Ouro

Quem são os cinco novos bilionários do Brasil, ainda pela Forbes. Levantamento reúne 255 pessoas com patrimônio superior a R$ 1 bilhão; novos integrantes acumulam R$ 25 bilhões. Apenas cinco nomes aparecem pela primeira vez entre os 255 integrantes do ranking da edição de 2026 da “Lista Forbes Bilionários Brasileiros”, divulgada dia 28 de agosto.

Ouro Novo

Juntos, os estreantes somam R$ 25 bilhões em patrimônio, nos setores como tecnologia, mercados de previsão, agronegócio, educação e sistema financeiro. A lista geral de bilionários brasileiros reúne nomes como Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, hoje Meta; Fernando Roberto Moreira Salles, ligado ao Itaú Unibanco e à CBMM; e Miguel Krigsner, fundador do Grupo Boticário.


No "Luau do PIC Pampulha", Lucinha e Wilson Alvarenga de Oliveira Filho, presidente do clube. Foto: Edy Fernandes


O empresário Emanuel Carneiro; com a esposa, Ilma Araújo; a gerente de Comunicação, Cida Martins e seu leal escudeiro, Ernane Pedrosa, no mesmo "Luau do PIC". Foto: Edy Fernandes


Fazendo a galera dançar e delirar no "Luau do PIC, o cantor Reinaldo e o gerente de Marketing e Eventos do PIC Pampulha, Thales Gambogi. Foto: Edy Fernandes

Curtas & Finas

*Vejam quem são os novos bilionários: Luana Lopes Lara - R$ 13,4 bilhões. Aos 30 anos, é a mais rica entre os cinco estreantes.

Ela é mineira e formada em ciência da computação pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts - MIT, nos EUA.

Ela é cofundadora da Kalshi, plataforma de mercados de previsão.

Antes da carreira na tecnologia, Luana também teve formação como bailarina clássica.

Além de liderar o grupo de estreantes, ela se destaca pela pouca idade entre os empresários classificados como self-made, que construíram a própria fortuna.

Depois de Lara, Ari de Sá Cavalcante Neto e família - R$ 3,9 bilhões. Aos 47 anos, aparece na segunda posição entre os novos integrantes, com patrimônio de R$ 3,9 bilhões.

Cearense, ele é ligado a Arco Educação e, ao lado da mãe, Margarida de Sá Cavalcante, está entre os maiores acionistas da companhia.

O grupo reúne marcas como SAS, Positivo, Dom Bosco e COC. Em 2025, ampliou o portfólio com a International School.

É filho de Oto de Sá Cavalcante e representa a continuidade da família no setor educacional.

Rosangela Maggi Schmidt - R$ 3,5 bilhões. Aos 68 anos, estreia no ranking com patrimônio estimado em R$ 3,5 bilhões.

Sua fortuna está associada à AMaggi, uma das maiores empresas do agronegócio brasileiro.

Filha de Lucia Maggi, é acionista da companhia fundada por André Maggi, cuja trajetória está ligada à expansão da produção e comercialização de grãos no país.

Carlos Moche Dayan: R$ 2,1 bilhões. Tem 54 anos e é filho de Sasson Dayan, fundador do Banco Daycoval, um dos principais acionistas e executivos da instituição.

Economista formado pela Universidade de São Paulo, Carlos também tem mestrado em administração pela Fundação Getulio Vargas.

Sua fortuna está relacionada à participação da família no banco.

Salim Dayan: R$ 2,1 bilhões. Irmão de Carlos, Salim Dayan também estreia com patrimônio estimado em R$ 2,1 bilhões.

Aos 56 anos, tem sua fortuna relacionada ao Banco Daycoval, onde atua como executivo e um dos principais acionistas.

Formado em engenharia de produção pela USP, Salim possui mestrado em administração e finanças pelo Ibmec.