Quinta, 24 de setembro de 2026

O secretário de Estado de Cultura e Turismo de MG, Leônidas Oliveira que, dia 27, em Ouro Preto, comemora o “Dia Mundial do Turismo” e apresenta a “Carta do Pilar”, um novo ciclo do Turismo em Minas Gerais. Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal

Pilar do Turismo

Ecos e resumo de mais uma pérola do arquiteto e urbanista, filósofo, professor e, claro, secretário de Estado de Cultura e Turismo de MG, Leônidas Oliveira, aqui mesmo em O TEMPO: dia 27 celebraremos o “Dia Mundial do Turismo”. Em 2021, ainda sofrendo os efeitos pandemia, escolhemos a Basílica de Nossa Senhora do Pilar, em Ouro Preto, para marcar a data.

Pilar da Cultura

Foi uma missa barroca, com máscaras, distanciamento e poucos presentes. Na igreja erguida para atravessar séculos, tentávamos compreender como atravessar um tempo de incerteza. Minas havia sentido profundamente a suspensão das viagens, das festas e dos encontros. Hotéis, pousadas, restaurantes, museus, igrejas, teatros e palcos ficaram vazios.

Pilar de Minas

Cultura e turismo dependem da presença humana. Em 2020, o “Arte Salva” nasceu como uma rede de solidariedade para trabalhadores dos dois setores. Quando chegamos ao Pilar, em setembro de 2021, o futuro ainda era frágil, mas começava a aparecer. Em 2019, Minas recebeu 30,4 milhões de turistas. Em 2020, o fluxo caiu para 17,6 milhões.

Minas de Ouro

A recuperação veio com força: em 2023, a atividade turística mineira cresceu 15% e, em 2025, chegamos a 33 milhões de visitantes. Minas avançou porque compreendeu a relação entre cultura, território e turismo. Aí, a fé ocupa lugar central. Somos terra de santuários, basílicas, ermidas, romarias, jubileus, semanas santas, caminhos de peregrinação, festas de padroeiros, reinados e congadas.

Minas de Fé

Levantamento da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo aponta que 36% dos turistas que nos visitam têm, como principal motivação, locais e festas de riqueza histórico-cultural, incluindo bens e celebrações religiosas. O turismo da fé movimenta cerca de R$ 5 bilhões por ano no Estado. É por isso que, cinco anos depois, voltaremos a Ouro Preto.

Fé Cega

Dia 27, às 16 horas, estaremos na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos para uma missa em ação de graças e para a apresentação da “Carta do Pilar”. O Pilar permanece como memória de 2021 e dá nome à Carta. O Rosário nos conduz a outra camada da formação mineira.

Fé Amolada

A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de Vila Rica tem registros que remontam a 1715. Ali, homens e mulheres negros, escravizados e libertos, construíram formas de organização, devoção e pertencimento que atravessaram séculos.

Fé e Futuro

As celebrações do Rosário estão entre as raízes históricas dos Reinados e Congados mineiros. Essa história diz muito ao turismo contemporâneo. Uma congada não nasceu para ser atração. Uma romaria não nasceu para preencher calendário. Uma igreja não existe apenas como cenário.

Futuro e História

Há fé, promessa, memória, comunidade e vida antes da chegada do visitante. É justamente porque permanecem verdadeiras para quem as realiza que essas experiências despertam o interesse de quem vem de fora.  A “Carta do Pilar” nasce dessa compreensão. Depois da retomada, é preciso pensar a qualidade do crescimento.

Futuro Permanente

O futuro do turismo não pode ser medido apenas por quantas pessoas chegam, mas também pelo que permanece quando elas partem. Em 2021, no Pilar, esperávamos que as pessoas pudessem voltar. Em 2026, no Rosário, com Minas novamente em movimento, a responsabilidade é outra.

Permanente e Eterno

A “Carta do Pilar” – princípios para um novo ciclo do Turismo em Minas Gerais - nasce desse novo tempo e do compromisso de fazer do crescimento do turismo uma força capaz de fortalecer comunidades, proteger a vida dos lugares e preservar aquilo que faz de Minas um território reconhecível em sua fé, em sua cultura e em sua maneira própria de existir.

Rios Gerais

Lemos no jornal Fluxo, aplaudimos e compartilhamos. Mercados de Belo Horizonte brilharão e seduzirão no “Rio Gastronomia 2026”, até 4 de outubro no Jockey Club Brasileiro, na Gávea, Rio de Janeiro. E com estande dedicado à diversidade gastronômica e cultural do Mercado Central, Mercado Novo, Edifício Central, Mercado Distrital do Cruzeiro, Mercado de Origem, Feira dos Produtores, Edifício Maletta e Galeria São Vicente.

Sabores Gerais

A Belotur leva programação que valoriza os principais ativos gastronômicos e culturais destes espaços, além da cozinha-show, com o preparo de receitas que valorizam ingredientes típicos. Durante 12 dias, o público poderá conhecer um pouco mais sobre a história, os sabores e as particularidades desses espaços, que fazem parte do cotidiano de BH e se consolidaram como importantes atrativos turísticos da cidade.

Gerais e Universais

A proposta é levar os visitantes aos mercados de Belo Horizonte, onde estabelecimentos tradicionais convivem com novos empreendimentos, diferentes propostas gastronômicas e iniciativas ligadas à economia criativa. Mais do que pontos de comércio e alimentação, esses espaços oferecem oportunidades de conhecer a cidade por meio de seus personagens, produtos, histórias e modos de preparo.


Em evento no bairro Olhos D´água, as belas, Luciana Rezende, Cláudia Vanessa Ribeiro, Germana Campelo e Cida Miranda. Foto: Edy Fernandes


Em jantar oferecido pelo diretor da CASACOR Minas, Eduardo Faleiro ao colunista e suas convidadas, no restaurante de Agnes Farkasvolgyi, Eduardo faleiro, Carolina Botelho, PN, Lígia Jardim, Valéria Zuppo e Liliane Andrade. Foto: Arquivo Pessoal


Rejane Gomes e  Cira Carvalho arrasando no circuito BH/Miami. Foto: Arquivo Pessoal

Curtas & Finas

*Ainda sobre o “Rio Gastronomia 2026”, Um dos destaques da programação será a uma cozinha-show, dia 27, às 18h30, inspirada na riqueza de ingredientes dos mercados belo-horizontinos.

A apresentação “Tradição, as técnicas e o significado do pão de queijo em BH” vai explorar diferentes possibilidades de preparo e combinações para um dos produtos mais associados à culinária mineira.

BH é reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura - Unesco como Cidade Criativa da Gastronomia desde 2019.

Tem na culinária um importante elemento de sua identidade e de sua oferta turística.

A participação no “Rio Gastronomia” integra o trabalho de valorização desse patrimônio e de divulgação das experiências que a cidade oferece aos visitantes.

*A cantora Roberta Campos traz clássicos do repertório como “De janeiro a janeiro” e o hit “Felicidade”.

Ela fecha o “5º Festival de Música Pop Autoral É Pop BH”, no Cine Theatro Brasil, hoje, às 20h.

A noite ainda reúne apresentações de quatro jovens talentos da música autoral brasileira.

Como a mineira Julia Deodora, o sergipano Kaisan, o paulista Gabriel Fernandes e a baiana Luanda.

*Lançamento da antologia “BH Feminina - Vozes que Inspiram, Mulheres que Transformam”.

Tem prefácio da ex-deputada federal Maria Elvira Salles Ferreira e edição da Literíssima Editora, da jornalista Leide Reis.

A obra celebra a força, a história e o protagonismo de mulheres que estão transformando Belo Horizonte. 

Dia 3 de outubro, às 10h, no Grande Hotel Ronaldo Fraga, Funcionários.