Duda Recoder e Euler Nejm: casamento no Palácio das Mangabeiras
Ademir Eger e Beth Nejm. Foto: Tião Mourão
Carolina, Marcelo e Vânia Leonardo. Foto: Tião Mourão
Os noivos, Euler Nejm e Duda Recoder. Foto: Tião Mourão
João, Cláudio e Beatriz Capanema. Foto: Tião Mourão
Liliane Andrade e Paulo Navarro. Foto: Tião Mourão
Luiz Otávio Possas Gonçalves, Tereza Recoder, Lara e Sérgio Leonardo. Foto: Tião Mourão
Rafaela Nejm e Guilherme Barcelos. Foto: Tião Mourão
Rodolfo Nejm e Kaarina Capanema. Foto: Tião Mourão
Cenas do Casamento de Duda e Euler
Com a palavra, a Dra. Milene Costa, filósofa e teóloga, fundadora da “Ser e Pertencer”, que celebrou e conduziu a cerimônia, onde todos os serviços foram, no mínimo, impecáveis: “no último sábado, 3 de outubro, o Palácio das Mangabeiras, aos pés da Serra do Curral, ganhou luz de velas e ares de reencontro para receber o casamento de Duda Recoder e Euler Nejm. Ao cair da tarde, entre jardins e afetos, quase 400 convidados e convidadas testemunharam o sim do casal. Presentes: família, amigos de longa data e companheiros de tantas travessias. Foi uma noite em que Duda e Euler fizeram questão de reunir, num só lugar, todas as histórias que os trouxeram até ali. ‘Formação para a Vida – Ser e Pertencer’, partiu de uma pergunta: quantas histórias cabem numa história de vida? A mensagem lembrou que cada pessoa chega ao altar como uma composição de memórias, afetos e travessias, e que o novo capítulo não apaga o que veio antes, mas o refina e o expande. Inspirada em Rubem Alves, a celebração encontrou a imagem da luz das velas: o amor que não ofusca como os holofotes, mas ilumina com paciência e faz da noite um lugar habitável a dois. Com Marcel Proust em, ‘Em busca do tempo perdido’, veio a ideia de que quem ama enxerga na pessoa amada camadas de histórias que ninguém mais vê e aprende, dia após dia, a acompanhar as mudanças do outro. Lembrando também que ‘amar é inadiável’, como o título do livro de crônicas da cearense, Socorro Acioli. A mensagem chegou ao poema ‘Casamento’, de Adélia Prado, quando, uma madrugada na cozinha, limpando peixes, revela o casal outra vez como noivo e noiva. ‘Coisas prateadas espocam’: o amor transforma o cotidiano em festa sem sair dele. A resposta à pergunta quantas histórias cabem numa história de vida? Veio antes da troca das alianças, que simbolizam continuidade, durabilidade e compromisso recíproco: cabem todas as histórias que o amor souber acolher”.






