Refresco no deserto

Legenda: No jantar promovido pelo do Sindicato da Indústria Mineral de Minas Gerais no Vila Roberti, Luiz Tito, o presidente da entidade, Fernando Coura e Acyr Antão
Foto: Edy Fernandes

Refresco no deserto
Se ainda tem muito empresário deprimido com 2016, o presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), José Fernando Coura, está sorridente e contente. O mineiro que comanda o setor de mineração no país - candidato mais forte à presidência da Fiemg 2018 - admitiu que 2016 foi difícil, mas contou com o aumento no preço das commodities. A expectativa é de melhora, apesar das incertezas.

Refresco Trump
Do mercado externo, Coura disse que a expectativa é em relação a Donald Trump, que prometeu grandes investimentos – leia-se minério de ferro nas obras. Coura espera que o Brasil cumpra a promessa de um comércio exterior sem amarras, negociando com os EUA a abertura de mercado.

Arte urbana
Fátima e Bernardo Baracho Macaroun, mãe e filho, inauguraram, ontem, mais uma Urban Arts, no Ponteio Lar Shopping. É a primeira unidade da badalada franquia de arte pop digital em um shopping voltado exclusivamente para a decoração. A UA tem 15 lojas de rua em cidades de oito estados. “O Ponteio tem um fluxo constante de clientes para um mercado bem direcionado, um público descolado e refinado no gosto. Os diretores da empresa vieram conhecer o mall e se encantaram”, comenta Fátima Baracho.

Arte prima
A galeria/loja tem obras de arte a partir de R$ 119,00. A empresa divulga e comercializa trabalhos de artistas, designers e ilustradores de talento. São mais de 3500 artistas cadastrados, além do pessoal de street art que possui um olhar diferenciado sobre o nosso cotidiano.


Prestigiando o lançamento do livro Só de Bicho de Laura Medioli e Fernando Fabbrini, Lucia e Alberto Castro

Curtas & finas

*Por falar em Ponteio, não perdemos essa da Rede Cineart, ontem, a pré-estreia do filme "Santino e o bilhete premiado", de Guilherme Fiúza, no Net Cineart Ponteio. O filme será o seriado de final de ano da TV Globo. Final? Geralmente é em janeiro!

*Lembram quando, no cinema e na vida real, todo bandido fugia pro Brasil ou pra Bolívia, como no caso de Butch Cassidy and the Sundance Kid? Tudo a mesma coisa!

Pois é, pelo jeito os mestres do crime internacional fizeram escola, foram superados pelos alunos e caíram fora; não agüentaram a concorrência. Em pouquíssimo tempo o Brasil passou de importador a exportador de criminosos.

*Com a delação da Odebrecht, a construtora mostrou-se exímia na arte de colocar apelidos. A criatividade foi tão grande quanto as propinas.

Pelos sobrenomes, Romero Jucá virou "Caju"; José Carlos Aleluia, "Missa” e José Agripino, "Gripado".

Para alguns o apelido doeu mais que a biografia manchada: Lídice da Mata, a "Feia" e Heráclito Fortes, o "Boca Mole".