Paulo Navarro | terça-feira, 26 de maio de 2020

No capítulo flexibilização responsável e confraternização de chegados, os gentis anfitriões gourmets Beatriz e Eduardo Pereira

Foto: Arquivo pessoal/Divulgação

Na mesma agradável tarde, o casal Heloísa Tomasi e Marco Antonio Almeida

Foto: Arquivo pessoal/Divulgação

Escolha e privilégio

Do “brasilianista”, investidor e empreendedor Blake Andrew Helppie, feliz morador do bairro TriBeCa, cada vez mais na moda, mais sofisticado; famoso por seus antigos edifícios industriais, muitos deles que, com criatividade, agora são charmosos e espaçosos lofts residenciais. TriBeCa, praia de Robert de Niro, tem ruas, em paralelepípedos, recheadas por boutiques e restaurantes da hora. “Os prédios comerciais históricos incluem o edifício de tijolos vermelhos New York Mercantile Exchange, de 1884”.

Privilégio e vida

Pois bem, deste lindo bairro, na fantástica Nova York, conta-nos Blake: “TriBeCa tem a menor incidência da Covid-19, pois mais 40% dos moradores deste bairro “fugiram” da cidade para os Hamptons (vilas e casas luxuosas coladas à NYC), Flórida e outros lugares. Nós regressamos à NYC depois de quase dois meses na Flórida, pois minha esposa está grávida e tivemos a necessidade de manter proximidade do hospital onde a nossa filha vai nascer”.

Vida mais ou menos

Ainda bem que Blake e família moram numa verdadeira democracia e podem escolher entre a ensolarada Flórida e a castigada Nova York. Os russos, nem tanto. Logo no início da epidemia, os milionários de Moscou fugiram para os Hamptons russos, a sedutora cidade de Sóchi, na costa do Mar Negro. Fazendo parte da Riviera Caucasiana, a região de Sóchi é um dos poucos lugares na Rússia com clima subtropical, verões quentes e invernos suaves. Vladimir Putin, além de fechar os hotéis, mandou todo o “Trenzinho da Alegria” de volta a Moscou.

Vida real

Aqui no Brasil, pouco antes do confinamento, durante entrevista a esta coluna, o médico Henrique Eloy Bueno Câmara disse que, durante uma epidemia, os lugares mais seguros para a população são sítios, fazendas e condomínios, exatamente pelo isolamento que proporcionam. Seria interessante descobrirmos para onde foram os ricos brasileiros fugindo da Covid-19. Na falta de Flórida, Hamptons, Sóchi etc.; será que foram para Angra dos Reis, Ilhabela, Sul da Bahia Maravilha; sítios montanhosos, fazendas regadas com cachoeiras, casas de campo?

Mão na vida

A MRV, diante do cenário atual de inseguranças econômicas mundo afora, entende que seu papel de agente transformador nas regiões em que atua é, mais do que nunca, de extrema importância. A empresa que possui grande foco na inovação, acaba de atualizar sua plataforma “Mão na Roda”, um espaço onde clientes e moradores, mais de 300 mil famílias, podem promover seu trabalho, anunciar produtos ou contratar serviços de outros vizinhos, sem sair de casa.

Curtas & Finas

* Ainda sobre a “Mão na Roda”, da MRV: “Muitos dos nossos clientes são profissionais autônomos. Temos a consciência de que também é nossa função ajudá-los nesse momento”.

“Momento em que estão tendo que se reinventar para manterem suas rendas familiares ativas”, diz Joice Cristina, gestora de Relacionamento com Clientes da MRV.

“Sabemos que, ao incrementar a plataforma Mão na Roda, criada em 2014, vamos contribuir para uma maior interação entre os vizinhos, que estão próximos, mas muitas vezes não se conhecem e com isso, ampliar a possibilidade de novos negócios entre eles”, afirma Joice.

Para acessar o “Mão da Roda”, você pode ser proprietário ou morador de um MRV e fazer um cadastro no site www.maonarodamrv.com.br.

* Dias 23 e 24 o Grupo Patrimar inovou com um “Oportuniday Solidário” e milhões de reais em descontos, totalmente online. Parte do valor da venda será repassado ao Hospital da Baleia.

No menu do tradicional “Oportuniday”, apartamentos prontos para morar e unidades comerciais. Ótima opção para quem deseja adquirir imóveis com o selo de qualidade das construtoras do Grupo.

“O momento é ideal para investimento em imóveis. Com a baixa rentabilidade das aplicações financeiras, comprar imóveis se torna uma opção mais vantajosa”, afirma Lucas Couto, diretor comercial e de marketing do Grupo Patrimar.

* De um amigo e leitor da coluna: “O prefeito de uma cidade do interior decretou que só poderiam entrar quatro pessoas em cada estabelecimento comercial que estivesse aberto tais como: padaria, supermercado e outros serviços essenciais.”

“No dia seguinte, quando as lojas abriram, o prefeito recebe um telefonema de um cidadão com o seguinte questionamento: ‘Prefeito, será que não pode liberar pra eu poder entrar sozinho na loja, não? Estou esperando juntar as quatro pessoas que o senhor determinou, liguei para alguns amigos, mas ainda não chegou ninguém. Posso entrar?’”