Paulo Navarro | terça-feira, 23 de outubro de 2018

Sergio Leite, presidente da Usiminas, recebe o certificado de premiação do Programa Superar, de Kosei Shindo, presidente da World Steel Association

Foto: Usiminas/Divulgação

Superando fronteiras 

O programa Superar, parceria da Usiminas e Fundação São Francisco Xavier (FSFX), foi premiado pela World Steel Association como “Excelência em Saúde e Segurança – Impacto em Saúde Ocupacional”. Premiação anual às empresas com os melhores esforços e resultados na busca por um ambiente de trabalho saudável e boas práticas. Parabéns ao presidente da Usiminas, Sergio Leite, pela honraria, no Japão.

Superando limites 

Sergio Leite recebeu o troféu na Conferência Anual da entidade, com líderes das principais siderúrgicas, em Tóquio. Vinte e três projetos concorreram na categoria Saúde e Segurança, sendo seis reconhecidos em três subcategorias. Em Saúde Ocupacional, a Usiminas foi a única vencedora.

Asfalto selvagem 

Sinceramente, Governo Federal e concessionárias deveriam ser condenados pela maioria das mortes em nossas assassinas estradas. Mortes causadas pela péssima manutenção. Buracos, calombos e crateras no asfalto de quinta. Sinalização falha, pistas estreitas e mal remendadas. As famosas falhas mecânicas e humanas matam muito menos. Menos grave, mas tão importante, vemos e sofremos na BR 040, mais especificamente, sentido Rio-BH, um dos mil funis responsáveis por engarrafamentos monstruosos.

Asfalto mortal 

Principalmente em feriados. Funil, por exemplo, que passa por uma ponte em curva, logo depois do viaduto de acesso à cidade de Ouro Branco/Açominas. Por que a concessionária Via 040 não alargou ou refez o mesmo trecho? E não é o único, entre outros que abusam de nossa paciência.

Asfalto indecente 

Outros funis? Os pedágios! Enchem os cofres das concessionárias e esvaziam a paciência com filas lentas e irritantes. Panorama caótico que nos lembra o pagamento do famigerado Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). IPVA para que mesmo? Para onde mesmo vai este dinheiro, mais este imposto, que nasceu para conservar as estradas?

Curtas & Finas

* Ainda sobre as desastrosas estradas. “Em compensação”, na cidade, é a mesma coisa. Há muito repetimos a frase de um empresários do setor.

“Em BH, em vez de canteiro de obras, temos obras em canteiros”. Para sermos mais exatos, não vemos obras nem mesmo nos canteiros, abandonados como toda a cidade.

Na capital e na região metropolitana de BH, temos outro grito engasgado de motoristas clamando por obras de verdade.

Não aquelas emergenciais, meramente paliativas, em conhecidos nós e funis na Via Expressa, por exemplo.

“Esperando Godot”, as obras definitivas e colossais, nem as obras paliativas acontecem. O resultado é o desastre atual.

Finalizando, desconfiamos que os “remendos” não são “atrativo$”, rentáveis para governos e empreiteiras.

O que vale também para o trevo do BH Shopping. Nesse contexto, a burocracia emperra até propostas alternativas, até mesmo propostas com verbas oriundas de investidores na região.

Literalmente, uma máquina emperrada em todos os sentidos.

* Acontece hoje, no bairro Olhos D´água, a inauguração d´O Italiano e sua comida afetiva “fatto a mano”. A partir das 20h.