Paulo Navarro | terça, 16 de março de 2021

Ariel Rodrigues, à frente do W Experience Center, o maior “coworking” de Minas e um dos maiores do Brasil. Foto: Edy Fernandes

Novos ares

Após rígida avaliação, o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, ganhou a certificação Airport Health Accreditation (Credenciamento de Saúde Aeroportuária, em tradução livre), da Airport Council International (ACI). A entidade avaliou as medidas de saúde adotadas para promover a segurança de passageiros, visitantes e toda a comunidade aeroportuária. 

Novas alturas

Foram avaliadas as ações realizadas desde o início da pandemia. Constatou-se que o aeroporto fornece experiência segura para todos os viajantes, que endossa as medidas de saúde para a Retomada e Recuperação de Negócios de Aviação, da ACI e da Força-tarefa de Recuperação de Aviação do Conselho da Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO).

Novas estruturas

O programa garante aos passageiros que as instalações do aeroporto permanecem seguras e que estão sendo tomadas precauções para reduzir qualquer risco. Visando a conquista, o aeroporto colocou em prática série de ações e recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de responder a um questionário da ACI sobre as fases da jornada do passageiro.

Na família Super Nosso, o vice-presidente, Rodolfo Nejm, o presidente do grupo, Euler Fuad Nejm e Rafaela Nejm, diretora de branding. Foto: Edy Fernandes

Mais Super

O “novo negócio” entre o Grupo Super Nosso e o Carrefour Brasil avança. O segundo Carrefour Bairro brilha com a bandeira Super Nosso, no bairro Funcionários, com todo o mix de produtos da rede. Serão 16 unidades Carrefour Bairro com o estandarte e as armas do Super Nosso. Em 2021, o grupo prevê faturamento de R$3,40 bilhões, 17% a mais que em 2020.

Mais Nosso

Além das lojas Carrefour, o grupo mira mais de 10 unidades na grande BH. “Continuamos apreensivos com os rumos do país; a pandemia, mas retomamos os planos de crescimento. Também temos boas expectativas com relação à parceria com o Carrefour, em que a marca Super Nosso praticamente dobrará o número de lojas e mais bairros serão atendidos.” destaca Euler Nejm Fuad, CEO do Grupo Super Nosso.

A vencedora Winnin

A Winnin é uma “martech” que vem transformando o marketing de marcas como AB-Inbev, Danone, Coca-Cola, Nestlé e Nubank, com dados e tecnologia. Ela mapeia tendências de acordo com público-alvo e objetivo de negócios, entregando dicas, ideias; permitindo que marcas e agências ajam rapidamente com produtos, ações e estratégias que se conectem ao espírito do tempo e aos consumidores, analisando o consumo de vídeos nas redes sociais.

Mesmo sem o foco ideal, três lindas forças: Stéphanie Costa Val Dabien, Sandra Fernandes e Lorena Nascimento. Foto: Arquivo Pessoal

Curtas & Finas

*Dando sequência, a Winnin conhece as tendências que estão fazendo a cabeça da população.

Entre os assuntos mais comentados e consumidos estão os jogos: tiro, futebol, ação ou aventura.

Em vídeos; pegadinhas, paródias e vlogs. Seja no instagram, TikTok ou YouTube.

*A que ponto chegamos do politicamente correto e do feminismo mais estranho. A briga agora envolve as palavras "cervejeira" e "cervejeiro" em mecanismos de buscas.

A Ambev, em busca de “ressignificação” e reconhecimento das profissionais no mercado da cerveja, concluiu que o termo “cervejeira” é um eletrodoméstico.

Assim, lançou o movimento #CervejeiraSouEu. Assim, a outra pobre e inocente cervejeira virou “geladeira de cerveja”. Pode?

Pode e mais: o manifesto #CervejeiraSouEu, da Ambev, acha que levantou o debate em torno do machismo na sociedade e, em especial, no meio cervejeiro.

Daqui a pouco vão mudar o nome da “geladeira” porque alguém vai achar que é referência às mulheres frígidas!

*Por falar em nossas musas, “Mulheres à frente dos canteiros de obras”.

Mulheres que buscaram capacitação para atender à demanda começam a assumir funções anteriormente dominadas pelos homens.

Fala a engenheira civil Jéssica Novais: "Com melhor preparação acadêmica, a gente acaba fortalecendo e atraindo mais mulheres para este cenário”.

“Esta profissão para uma mulher ainda não é comum, mas ganhamos, aos poucos, espaço no canteiro de obras", diz.

Dados do Censo da Educação Superior mostram que o número de mulheres matriculadas em cursos de graduação em engenharia civil cresce todos os anos desde 2007.