Paulo Navarro | terça, 11 de maio de 2021

Em recente viagem do titular da coluna a um Rio de Janeiro aberto, escancarado, perigosos e maravilhoso; oposto a Belo Horizonte, a francesa e anfitriã no Clube Marimbás, Forte de Copacabana, Lydia Valansi e a mineira radicada e bem relacionada no Rio Katya Bambirra. Foto: Arquivo Pessoal

Seis e meia

A Secretaria de Estado de Turismo e Cultura – Secult/MG vem adotando o termo “Cozinha Mineira” no lugar de “Gastronomia Mineira”. Tendência também seguida por projetos especiais e conteúdos jornalísticos. Está tudo muito bom, tudo muito bem, mas parece uma troca de seis por meia dúzia. Afinal qual a diferença de Cozinha para Gastronomia? O tutu será mais mineiro?

Seis e seis

Arriscando um palpite, cozinha parece algo mais simples, mineiro, aquela boa e velha humildade. Enquanto gastronomia tem quase um ar de Alquimia, de ciência, uma palavra mais pomposa, pretensiosa, chique, internacional, esnobe? Esta troca faz lembrar o chef Ivo Faria, do saudoso restaurante “Vecchio Sogno”, que preferia ser chamado, simples e modestamente, de cozinheiro.

Pousada Vivaldi

“Quatro Estações” não é, aqui entre nós, um nome muito original para pousada. Pelo menos antes da crise, existiam duas muito boas, em Santo Antônio do Pinhal, em São Paulo, e Paraty, no Rio. Mas agora, temos outra, bem mais perto e bem mais elegante, sofisticada e aconchegante, a nova “Pousada Quatro Estações”, em Bichinho/Tiradentes, do amigo e “PhD” no assunto, João Bartolomeo, criador do mítico “Pouso de Bartolomeo”.

No mesmo clube náutico, Marília Braga e Katya Bambirra. Foto: Arquivo Pessoal

Ideia italiana

A novidade em Roma, Itália, berço da pizza, é, pasmem, uma máquina, “Mr. Go”, que faz uma pizza em três minutos. O aparelho/loja funciona como aqueles que conhecemos bem, ao comprar um sanduíche, chocolate ou refrigerante. É automática, sem funcionários, funcionando 24h/24h. A diferença é a própria pizza, feita na hora. Basta escolher o sabor, colocar o dinheiro no lugar certo e esperar. Se ela é polêmica e quase industrial, com a massa nem tão fina, tudo bem. Vai assassinar muita fome nas madrugadas romanas.

Mais internacional

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, inaugura em junho e julho três novos destinos da Eastern Airlines. Dia 28 de junho sai o primeiro voo de Miami. Dia 29, é a vez da rota entre Nova Iorque e Belo Horizonte. Já em 1º de julho, a operação de Boston a Confins. As seis frequências semanais serão realizadas em um Boeing 767-300ER, com 236 assentos nas classes Economy e Premium Economy.

Sempre no Rio de Janeiro e do ano inteiro, as aniversariantes gêmeas Rosana e Denise, com o irmão Ronei Rezende no "parabéns pra vocês", na Lagoa Rodrigues Freitas. Foto: Arquivo Pessoal

Curtas & Finas

*Segundo Joshua Bustos, vice-presidente da Eastern Airlines, o foco é Minas e o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte.

“Belo Horizonte não é servida por outras companhias, queremos preencher esse ‘gap’ que as rotas entre Brasil e Estados Unidos ainda têm”.

Ou seja, ligar outras grandes cidades brasileiras a outros destinos norte-americanos são atendidos diretamente”.

O avião tem apenas duas classes, o que amplia sua capacidade. E o passageiro não precisa pagar pela primeira bagagem despachada de até 32 quilos.

Pode-se também transportar, gratuitamente, uma prancha de surf ou bicicleta. E é “pet friendly”, levando animais de estimação.

*O Grupo JCA - transporte, logística e mobilidade – contratou Marcela Leite como a nova Coordenadora de Comunicação.

Com mais de 10 anos de experiência na área de assessoria de imprensa, a mineira já atuou em diferentes frentes de comunicação do setor público e privado.

No currículo, entre várias ótimas experiências, a Vert Hotéis, by Erica Drumond, Mocca Coffee and Meals e Associação Brasileira e Indústria de Hotéis ABIH-MG.

*Uma poderosa e nova gestora de recursos chega ao mercado com R$1,5 bilhão da família de Abílio Diniz.

Juros, câmbio, ações, commodities, dívida e ativos digitais estão no radar do fundo da casa.

A gestora é a O3 Capital que, com sete anos, geria apenas os recursos da família Diniz.

O grande chamariz do novo fundo multimercado O3 Retorno Global é nascer com um valor proprietário, da família Diniz, de R$1,5 bilhão.

Uma forma de encorajar novos investidores para o negócio.