Paulo Navarro | segunda-feira, 27 de abril de 2020

Em BH, “antes dos tempos do cólera”, a dupla sertaneja Clayton e Romário, emoldurando o diretor executivo do BMG, Márcio Alaor

Foto: Edy Fernandes

Esses bons tempos estão quase voltando: as belas Natália Costosck e Mariana Câmara

Foto: Edy Fernandes

Banco solidário 

O banco BMG e seus acionistas estão doando R$ 3,5 milhões para o combate à disseminação do novo coronavírus em Minas e São Paulo. O grupo também quer incentivar outras instituições a contribuírem. Os recursos são direcionados a quatro iniciativas solidárias lideradas pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG).

Rede solidária 

Ainda contemplados, a ONG Gerando Falcões e o Fundo de Assistência Social do Estado de São Paulo. As iniciativas beneficiadas são voltadas para o reforço a rede hospitalar e para fornecer alimentos e itens de necessidade básica a famílias em situação social vulnerável.

Vingança do vilão

Entre os grandes vilões da saúde, o ovo já foi absolvido, com provas; o sal e o açúcar, com moderação, também. Só o cigarro mantém o posto de “Inimigo Número 1”. Claro que não faremos a apologia do tabagismo, vamos lançar apenas uma doce ironia, nos tempos do coronavírus.

Vingança da fumaça 

Uma estatística na Europa constatou que, sim, a fumaça é ruim, mas a nicotina, que rima com cloroquina, pode ser boa. Fumantes foram menos contaminados. Claro que um fumante com a Covid-19 é meio caminho andado para a cova, mas talvez a nicotina seja um antídoto contra o vírus. Está provado que epidemias se propagavam menos, “viajavam” menos, quando o cigarro era permitido nos aviões. A fumaça matava ou diminuía o poder de fogo das doenças. No mais, o Ministério da Saúde continua advertindo.

 

Curtas & Finas

* Curiosidades da pandemia: Berlim, na Alemanha, liberou as livrarias, mas não os piqueniques em seus limites.

Em Paris, padarias vendendo legumes e verduras para ajudar os pequenos produtores.

Casamentos adiados para 2021, como as Olimpíadas de Tóquio, ou simplesmente cancelados.

Enorme prejuízo para floristas, bufês, fotógrafos, promotores. A “indústria do casamento” na França move três bilhões de euros por ano.

Quando o “profeta” Bolsonaro sugeria “trabalhos forçados” para presidiários, todo mundo xingou o presidente. Agora, em vários países, presos produzem máscaras e até caixões.

Quem sabe, depois da pandemia, colocaremos em prática a boa e velha máxima popular que comprova: “Cabeça vazia (mãos paradas), oficina do diabo”.

Ainda na França, quem diria que o mais acabado símbolo de coletivo, uma orquestra, poderia funcionar individualmente.

Como a Orquestra de Lyon, que colocou, em várias lives, cada um de seus músicos tocando sozinho em casa. A união faz a música inteira.