Paulo Navarro | segunda-feira, 2 de março de 2020

Esporte na ordem do dia: o maratonista Cristiano Parreiras ao lado da amada, Caroline Botelho

Foto: Arquivo pessoal/Divulgação


Vírus maldito

Após meses de treinamento, os maratonistas mineiros, entre eles Cristiano Parreiras, perderam o sonho da Maratona de Tóquio. Fala Parreira: “A prova, ontem, ‘proibiu’ a participação de atletas amadores devido à escalada de novos casos do Coronavírus. O Covid-19, novo nome do vírus que ficou conhecido com nome de cerveja, chegou para valer e matar. Como na cerveja mexicana, ‘corona’ é coroa”.

Vírus mundial

Como se sabe, o surto, com foco principal na cidade e capital Wuhan, China, ameaça comprometer o crescimento da economia mundial e da China, principal parceiro comercial do Brasil. A sua descoberta fez balançar o preço das commodities e o câmbio atingir máximas históricas.

Vírus bobo

Mas a turma não se abateu, de olho nas provas de Roma (29/03) e Paris (05/04), sem falar na tradicionalíssima Boston (20/04) e Londres (26/04). Os atletas miram ainda nas maratonas do Rio, Floripa e Porto Alegre, que acontecem em maio e junho, longe de assassinos vírus. Será?

Vírus e bondes

Quem frequenta a Lagoa Seca, Belvedere, já se acostumou com essa turma de roupas coloridas e tênis cada vez mais tecnológicos. Madruga às terças e quintas para treinos intervalados e de limiar. Sábado, dia dos “longões”, em animados bondes, percorre incansavelmente o Belvedere. Desses, o mais famoso é o dos jabutis e das lebres, presidido pelo amigo Flavão Moraes. E quem pensa que se trata de lazer, as cerca de 12 assessorias que atuam no Belvedere empregam em torno de 60 educadores físicos.


Curtas & Finas

* Para terminar: os educadores físicos acompanham mais de 2.000 atletas. Mais o staff de apoio, com fisioterapeutas, médicos, nutricionistas e massagistas.

* Ecos do Carnaval: de leitor hétero sobre o grande número de gays nos blocos, aqui e Brasil afora: “Hoje somos minoria, passemos às reivindicações”.

* Outro leitor relata que, no domingo de Carnaval, o gerente do McDonald’s próximo à Praça Milton Campos, estressado com o bloco Casa da Insanidade, trancou as portas e abrigou-se atrás do balcão.

Só abriu uma delas, para clientes, depois de protestos sobre o perigo que poderia gerar, em caso de acidente.

* O RP Phillip Martins apresentou-nos o Scotch Bareto e o café da manhã do Hotel Fasano BH.

Jardim de inverno, bufê com opções quentes à la carte. Destaque para o Avocado Toast, com abacate e ovos poché, presunto de Parma ou salmão defumado.

E os Croque Madame e Monsieur (únicos e parisienses mistos quentes), tapioca de muçarela de búfala, tomate e manjericão.