Paulo Navarro | segunda-feira, 13 de abril de 2020

A super Carina Pereira, emprestando sua beleza para a coluna

Foto: Edy Fernandes

Em evento na capital mineira, o presidente do Sicepot-MG, Emir Cadar Filho, e Humberto Alves Pereira Filho, diretor executivo do “Jornal da Cidade”

Foto: Edy Fernandes

Angra sem Reis 

O pânico e histeria são tão grandes, com e/ou sem razão, que a prefeitura de Angra dos Reis (RJ), nossa Ilha da Fantasia, proibiu a circulação de barcos com fins turísticos e para passeios, incluindo as chiques lanchas dos proprietários que procuram paz, descanso e isolamento no paraíso. Apenas barcos de moradores da Ilha Grande são permitidos. Bizarro. Esse tipo de grande aglomeração pode?

Angra e os Reis

Mais uma prova de que, na pandemia, todos somos iguais. Não adianta ter dinheiro. Por outro lado, uns são mais iguais que os outros. Os ricos não podem passear em seus lindos barcos, mas têm suas mansões. Os pobres precisam se aglomerar e correr riscos para ir e vir trabalhar.

Confins industrial 

Em meio “ao fim do mundo”, o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte tem ótima notícia. Após série de exigências, acaba de ser certificado pela Receita Federal e está credenciado a iniciar a operação do primeiro Aeroporto Industrial do país. O projeto inédito tem “O” objetivo.

Com fins industriais

O principal é aumentar a competitividade das empresas brasileiras no contexto internacional e atrair investimentos externos para o Brasil e óbvio, para Minas. A ideia é que o Aeroporto Industrial seja destinado, principalmente, à instalação de empresas de que tenham como foco principal a exportação de produtos manufaturados, utilizando matérias-primas importadas em seu processo produtivo. Assim, as empresas terão os benefícios das isenções ficais quando exportarem seus produtos acabados.

Curtas & Finas

* Ainda sobre Confins Industrial: as empresas terão a facilidade de importar matérias-primas e exportar para mercados internacionais e nacionais.

Isto, de forma rápida, eliminando custo e risco com o transporte rodoviário.

* Um Milhão de Máscaras (1MM) é um movimento cidadão para a produção de máscaras oriundo de pequeno grupo de voluntários para atender à demanda da força tarefa do Comitê de Crise do Governo de Minas.

Com o agravamento da pandemia da Covid-19, o grupo agrega pessoas e hoje conta com a participação de voluntários, empresas e profissionais da indústria da moda de Belo Horizonte.

Os objetivos são a criação de uma rede para produzir máscaras, que serão doadas a hospitais, asilos, comunidades e público geral.

E também a sensibilização e conscientização da população para o uso protetivo das máscaras, sempre que precisar sair de casa.

Historicamente “Capital das Costureiras”, a “Capital da Moda”, Belo Horizonte, faz esforço coletivo e de solidariedade.