Paulo Navarro | segunda, 26 de abril de 2021

Sempre otimistas, Geraldo Santana e Paulo Márcio Guerra. Foto: Arquivo/Edy Fernandes

Vai e vem

Deu na BBC News: “Gigantes da tecnologia rejeitam trabalho remoto em tempo integral. Depois do entusiasmo com o trabalho de casa, algumas empresas do Vale do Silício estão apresentando seus planos de voltar ao escritório”. No Google, o calendário de retorno ao escritório foi antecipado. A partir de setembro, quem quiser trabalhar de outro país por mais de 14 dias terá que enviar um pedido formal à empresa.

Vai e volta

Espera-se que os funcionários "vivam a uma distância que os permita se deslocar" até aos escritórios. Nada de coquetéis na praia ou piscina com um “laptop”. Líquido e certo: pode haver mais flexibilidade do que antes, mas a maioria dos funcionários terá que ir para o escritório. Quase todas as empresas de tecnologia do Vale do Silício disseram que agora estão comprometidas com o trabalho "flexível" ou "híbrido".

Vai e fica

Restam as perguntas: Por que esta volta? O trabalho será híbrido? Depois da pandemia e a experiência do “home office”, percebeu-se que uma cultura centrada no escritório permite inventar, colaborar e aprender de forma mais eficaz? Afinal o trabalho à distância é mais produtivo ou não? Trabalha-se mais em casa ou no escritório? Escritórios são inúteis? Depois de provar da liberdade, os funcionários voltarão à condição de escravidão vigiada?

Distância eterna

Por outro lado, boa leitura para uma literal e comedida volta às aulas. “Segundo o Instituto Internacional Icef, ligado ao campo da Educação, é rápido o crescimento mundial do ensino via internet. Alguns países, mesmo antes da pandemia, apresentaram tendência pelo ensino remoto em relação ao presencial”, opina Alfredo Freitas, com mais de 15 anos de experiência em Tecnologia e Educação.

Sempre na Dolce Vita, Heloísa Tomasi e Marco Antônio Almeida. Foto: Arquivo Pessoal

Eterna e líder

Na liderança mundial em educação “online”, os Estados Unidos apresentam milhares de universidades a distância. Matrículas “online” ultrapassam as da educação superior presencial. 65% das instituições de ensino superior americanas investem em ensino remoto. 34% de três mil faculdades nos Estados Unidos pretendiam ofertar aulas principalmente “online” em 2020.

Líder exemplar

21% em formato híbrido (presencial e remoto); 23%, presencial; 10% totalmente “online” e 4% totalmente presencial. O volume de investimentos em educação “online” até 2026 será de US$370 bilhões. 33% dos administradores de faculdades afirmaram que continuarão a oferecer opções de cursos remotos e “online”, mesmo depois das operações normalizadas.

Exemplar e contagiante

Mesmo fenômeno no Brasil. Regulamentado há 14 anos, o Ensino à Distância – EAD superou pela primeira vez, a educação presencial. De acordo com o censo mais recente da Educação Superior, foram oferecidas 7,1 milhões de vagas à distância, frente às 6,3 milhões de vagas presenciais. Em dez anos, o crescimento dos ingressantes em EAD no Brasil foi de 226%, contra 19% da modalidade presencial.

Sempre “Homens de Ferro”, Luciano Nogueira, Romulo Nogueira, Rodrigo Nogueira e Gilmar Vieira, da premiada e certificada J. Mendes Mineração, em Congonhas. Foto: Divulgação/J. Mendes Mineração

Curtas & Finas

*Ainda sobre a Educação via Internet, à distância, “online”. O ensino via internet é uma realidade irreversível no Brasil e no mundo.

E deve ganhar um novo impulso no futuro próximo devido à pandemia.

Precisamos estar todos atentos a este fenômeno e buscar, principalmente no Brasil, investimentos em tecnologia educacional.

Conectando as escolas à Internet e fomentando essa modalidade de ensino remoto que não vai acabar.

*A Latam Airlines Brasil retomou suas operações entre São Paulo/Guarulhos e Lisboa, após permissão do governo de Portugal.

Mas, somente viagens essenciais, seguindo determinações das autoridades portuguesas, como isolamento de 14 dias e o preenchimento de um formulário.

*“Ser reconhecida pelos colaboradores como um bom lugar para se trabalhar é um dos propósitos da J. Mendes Mineração”.

Valorizando as pessoas, a empresa mineira, administrada pelo CEO Luciano Mendes Nogueira, acaba de ser certificada pela Great Place to Work (GPTW).