Paulo Navarro | segunda, 15 de fevereiro de 2021

A Miss Minas Gerais 2011, continuando Miss em 2021, Izabela Drumond, no Museu Inimá de Paula. Foto: Edy Fernandes

A bela Izabela

Depois de temporada no exterior, Izabela Drumond volta à terra natal, nossa querida e combalida Belo Horizonte. Recém chegada de Portugal, onde conclui o mestrado em Comunicação Estratégica, na Universidade de Lisboa, a Miss Minas Gerais 2011 comemora 10 anos de reinado no Museu Inimá de Paula: “Aqui coroei a Miss 2012, em concurso organizado pelo Grupo Bandeirantes de Comunicação”.

A bela mineira

“O museu é muito representativo pra mim. Agradeço a oportunidade de representar Belo Horizonte e Minas, dando vazão à nossa riqueza cultural, fundamental para nossa identidade”. Nos arrabaldes do museu, na rua da Bahia, a jornalista se emociona em frente ao monumento “Subir Bahia e descer Floresta”, na Praça Afonso Arinos.

A bela prima

“Sou prima de Drummond. Nada me orgulha mais do que representar parte da nossa mineiridade”. OK, Izabela. Acreditamos em você. Mesmo que Carlos Drummond de Andrade tenha escrito outras coisas sobre a rua da Bahia e que a frase completa, “A minha vida é esta. Subir Bahia e descer Floresta”, seja de outro poeta, Rômulo Paes.

A bela consciente

Izabela conta que estava aqui durante boa parte da quarentena da Covid-19 e ressalta a importância de cuidarmos de quem amamos. “Fico feliz de ver nosso governador que sempre incentivou as medidas de prevenção preconizadas pelos órgãos internacionais e manteve orientações comuns aos nossos 853 municípios. Minas é quase três vezes maior que Portugal. Temos o tamanho e o coração de uma nação. Temos que ser #todosporMinas. Aqui está a nossa força.”

Kiko Gravatá, Vinicius Veloso e Bolivar Andrade, sócios do grupo Chalezinho. Foto: Arquivo Pessoal

Espelho nosso

Admirar o reflexo no espelho e gostar do que vê desencadeia sensações que se estendem por corpo e mente. O motivo? A Dopamina que é liberada quando o indivíduo obtém o que deseja ou pratica atividades que lhe são agradáveis. O neurocientista Fabiano de Abreu explica que a imagem é uma das principais vitrines. E que até mesmo nas redes sociais pode liberar esse neuro-hormônio. O que provoca benefícios além do que os olhos podem ver.

No italiano, Wagner Espanha, Paulo Navarro, Magda Carvalho e Heron Guimarães Foto: Arquivo Pessoal

Curtas & Finas

*Reforça Fabiano de Abreu: “A dopamina se relaciona com a imunidade, sendo fundamental para o equilíbrio do organismo”.

Já Thiago Martins, biomédico e professor, aponta que para que o hormônio seja liberado, o procedimento deve ser feito de maneira cuidadosa e respeitando os limites dos traços e da parcimônia.

“Na era das redes sociais, é cada vez mais comum a vontade dos pacientes de alterarem corpos e faces para se parecerem com alguém que admiram, ou ganhar traços que não necessariamente cairiam bem”, alerta.

*A Bel Lar e a Deca lançaram a instalação “Peles”, com uma cenografia montada na loja, no Santa Lúcia, que busca se conectar principalmente com os elementos que dão nome à exposição.

A Bel Lar aposta neste conceito de conexão entre as marcas que compõem seu portfólio e os clientes da loja.

Em vez de um showroom clássico, uma instalação que transita entre a arte e a arquitetura, com a exposição de produtos, até abril.

 A instalação reforça o protagonismo destes aspectos que podem ser percebidos nos lançamentos de 2020 da Deca, em especial nas louças para banheiro.

O conceito vem da “Teoria das Cinco Peles”, criada pelo austríaco Friedensreich Hundertwasser que traduz-se na demonstração de uma lógica concêntrica de camadas.

Camadas que revelam a conexão e integração do ser humano com o planeta, entendendo as peles que se extravasam para além da pele do corpo.