Paulo Navarro | quinta-feira, 25 de junho de 2020

Motivos não faltam para a bela advogada Mel Antunes Teixeira brindar com o namorado, Vinícius Dias: conquistas nestes tempos bicudos da economia. No Vila da Serra, ela acaba de inaugurar mais uma unidade da clínica Conceito Mel, referência em procedimentos estéticos e rejuvenescedores

Foto: Arquivo pessoal/Divulgação


Esperando “o mundo voltar”, em boa companhia, Cláudia Karina e Túlio Palhares

Crédito: Edy Fernandes


Palestra inteligente

Amanhã, o Consulado da Itália em Belo Horizonte apresenta a palestra “GreenUP: cidades comestíveis”, do arquiteto italiano, professor da Universidade de Florença e coordenador de Relações Internacionais da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro, Giacomo Pirazzoli. Mediação da arquiteta Graziela Nivoloni. O evento é parte do ciclo de palestras online “Smart Cities, Smart Citizens”, parceria com a Casa Fiat de Cultura e o Istituto Europeo di Design (IED), em 2020.

Palestra verde

A palestra será exibida, às 9h, pelo YouTube do IED (https://www.youtube.com/user/iedsaopaulo). O link será enviado aos participantes por meio de inscrição pela Sympla: https://www.sympla.com.br/palestra--greenup-cidade-comestivel__880073. Pirazzoli vai apresentar os resultados de uma pesquisa que começou há seis anos em Florença, com o objetivo de encontrar soluções para melhorar a qualidade do ambiente e das habitações, garantir segurança alimentar das comunidades locais e/ou diminuir a poluição do ar.

Palestra vertical

Segundo Pirazzoli, a alternativa mais sustentável para a produção de alimentos nas cidades é o GreenUp – uma estrutura vertical que pode ser implementada em prédios, em qualquer lugar urbano. “São oportunidades de inovação. Formamos uma comunidade científica em torno do crescimento das cidades e entendemos que o verde é uma necessidade constante. Queremos trazer a natureza de volta para nossa casa”, explica.

Palestra linda

Mas qual a diferença entre os jardins verticais e os GreenUPs? Para Pirazzoli, o ponto principal é o objetivo de cada um. Enquanto os jardins são relacionados a questões estéticas – embora também contribuam para a redução de CO2 e melhoria do ar interno –, as hortas alimentam a comunidade. “Os jardins são decorativos, as hortas produzem alimentos que a gente come. E alimentar as pessoas é uma coisa linda”.


Saudades do passado

Dizem os milhões de especialistas que a antiga vida normal – com seus hábitos mundanos, como horas no cinema, restaurantes ou academia – no “novo normal” pode levar um ano para voltar. Doze epidemiologistas, médicos intensivistas, infectologistas, pneumologistas e outros profissionais da saúde, que enfrentam diretamente a famigerada Covid-19, contaram em que condições se sentiriam à vontade para retomar estas atividades banais.

Saudades do presente

“Exercícios e esportes ao ar livre inspiram mais segurança. Nove dos especialistas se disporiam a praticá-los hoje ou dentro de um a três meses. Outros hábitos, como sentar-se à mesa de um bar/restaurante ou andar de ônibus e metrô, tomariam mais tempo. Nenhum dos entrevistados disse que se arriscaria a curto prazo. A enquete foi inspirada em uma semelhante realizada pelo jornal ‘The New York Times’”.

Saudades do futuro

São considerações de quem estuda e combate o coronavírus em diferentes frentes. Opiniões atuais, sem levar em conta possíveis mudanças na evolução de casos e mortes no país. Claro, como sempre, tudo depende. Num restaurante, vai depender do número de mesas e do espaço entre elas. Cinema e teatro, só a longo prazo; agora, nem com todos de máscara, diz a pneumologista Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

 

Curtas & Finas

* A exitosa parceria entre Alceu Valença e a Orquestra Ouro Preto, que reuniu multidões em shows pelo Brasil e Portugal, ganhou nova versão na quarentena.

É o projeto Valencianas em Casa, levando as músicas de Minas e de Pernambuco ao público em casa, dividido em três atos.

A primeira edição aconteceu no dia 20, nas plataformas digitais, com o videoclipe da canção “Tomara”, versos escritos há 30 anos, mas mais urgentes que nunca.

De casa, o maestro Rodrigo Toffolo, Alceu Valença e os músicos da orquestra convidam o público para cantar esse hino de esperança.

“Tomara Meu Deus Tomara / que tudo o que nos separa / não frutifique e não valha”. A música integra o disco “Valencianas II”, previsto para ser lançado no final deste ano.

* A Cervejaria Loba tem novo aplicativo e nele, dois dias da semana escolhidos para entregas grátis em BH e algumas regiões da capital. Os preços são melhores também.

O iFood virou parceiro da Loba. As empresas criaram combos especiais para a parceria. A Loba criou também um ponto de venda no estilo To Go – pegue e leve, no Funcionários.

A Cervejaria Loba mora em uma área de cinco mil metros quadrados, dentro de uma fazenda na cidade de Santana dos Montes. Possui mais de 20 rótulos e já acumula diversos prêmios nacionais e internacionais.

* O Serviço Social Autônomo (Servas) convoca a população de Belo Horizonte para a 6ª edição da campanha #CalorHumano.

Neste frio de doer e de matar é hora de tirar a solidariedade do armário e doar a quem precisa.

É o Servas, arrecadando roupas, cobertores e acessórios de inverno, em bom estado, para doar a entidades socioassistenciais.

Com duração de dois meses, o Servas recebe doações em sua sede na Cristóvão Colombo, Funcionários e em todas as unidades dos supermercados Verdemar.

“Gostaria de contar novamente com a generosidade dos mineiros. Com toda precaução possível, o Servas está de portas abertas para receber sua solidariedade”.

“Ajude a espalhar #CalorHumano a quem precisa”, afirmou a presidente do Servas, Aléxia Rodrigues de Paiva Brant.