Paulo Navarro | quinta-feira, 2 de julho de 2020

Esperando “o bonde” da vida voltar, Ana Cristina e Lito Mascarenhas

Foto: Edy Fernandes


Esperando “a banda passar cantando coisas de amor”, Jair Aguiar Neto e Sabrina Aguiar

Foto: Edy Fernandes


“Esperando Godot” e o normal, Maria Eugênia Discacciati entre o casal Cristina e Doorgal Andrada

Foto: Álbum de família


Exemplo francês

Nesta semana, saindo enfim do coronavírus sem fim, a França deu uma lição ao mundo. Já na segunda-feira soubemos da condenação do casal François e Penelope Fillon. Ele, ex-primeiro-ministro e ex-candidato a presidente. O crime? A boa e velha corrupção. Fillon foi condenado por desviar dinheiro público e fraude, inventando empregos para sua própria mulher, com altos salários. Logo ele, que fazia campanha pregando a honestidade acima de tudo.

Punição à francesa

Além da devolução de mais de um milhão de euros e da multa de 375 mil euros, para cada um; Penelope foi condenada a três anos de prisão em regime aberto, e François, a cinco anos, dois deles em regime fechado. Punição exemplar que deveria servir ao mundo, a começar pelo Brasil, que, quando não prende, solta bandidos que já estavam presos e hoje andam por aí, livremente, falando mal do governo e do país.

Lição francesa

Ainda na França, também segunda-feira, tivemos o resultado das eleições municipais, com a vitória esmagadora dos ecologistas nas maiores cidades do país, com exceção da capital. A vitória foi tão grande quanto inédita, forçando o “perdedor”, o presidente Emmanuel Macron, a reconhecer e abrir mãos e bolso, destinando a bagatela de 15 milhões de euros à conversão ecológica da economia francesa, visando diminuir a poluição, combater o aquecimento etc.

Solução francesa

Ainda sobre ecologia, clima, poluição e meio-ambiente, a França ganha mais um ponto, agora sim, no capítulo pandemia. Os franceses, como alguns outros poucos europeus, desenvolveram um método seguro não só para eliminar, como reciclar o perigoso lixo hospitalar. A máquina M-Steryl incinera o lixo contaminado e o resíduo final entra na economia circular e na logística reversa, muito melhor que a simples reciclagem, pois leva os resíduos ao seu ciclo original de fabricação.

Saída à francesa

Pois bem, isso acontece na França porque, até lá, mesmo lá, com um povo muito mais educado, máscaras e luvas contra a Covid-19 estão sendo jogados nas ruas, praças etc. Um lixo muito mais perigoso que acaba em lagos, lagoas, rios e mares. Imaginem no Brasil! Normalmente, já deveria ser considerado um crime hediondo jogar lixo no chão, que vai parar no ar, no mar, em aterros. Agora, além do plástico, eterno vilão, quem enche as águas com material contaminado merece que tipo de pena?


Voz da OAB

Na pandemia, para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Minas Gerais (OAB/MG), Raimundo Cândido Júnior, a Ordem acredita ser importante ressaltar a realidade da Justiça e os graves danos aos cidadãos e aos advogados. Ele ressalta que não se trata de defender o retorno irresponsável das atividades forenses, mas vale destacar a necessidade de diálogo entre os integrantes do Judiciário em busca de meios inteligentes de minorar os efeitos.

 

Bela CDL

A história da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) se confunde com a de Belo Horizonte. Dos 123 anos da capital mineira, a entidade esteve presente em 60. O que começou com dez empresários, em 1960, hoje tem mais de 12 mil associados, representando 72% do PIB de Belo Horizonte e empregando mais de um milhão de trabalhadores.

Bela cidade

Da revitalização do Hipercentro aos projetos de assistência social, a CDL/BH constrói a capital. Assim, surge a logomarca comemorativa dos 60 anos, homenageando símbolos como o obelisco da Praça Sete, Edifício Acaiaca, Mineirão e Mineirinho, Viaduto Santa Teresa, Igrejinha da Pampulha, o prédio da entidade, entre outros.

Bela parceria

“Enfrentamos a pandemia com todos os nossos esforços. Vamos superar essa crise. Ainda assim reforçamos os laços com Belo Horizonte”, afirma o presidente da entidade, Marcelo de Souza e Silva. A logomarca já está “no ar”, e o aniversário de 60 anos foi dia 28 de junho.


Curtas & Finas

* O “milagre da hora” é a tal da Ivermectina. A indicação viralizou, quem pode e achou nas farmácias já comprou e tomou. A Drogaria Araujo está manipulando. Tudo com receita médica, claro.

* A programação online do Centro de Qualificação para a Gestão Pública (CQGP) da Associação Mineira de Municípios (AMM) no mês de julho será intensa.

São seis cursos sobre temas extremamente relevantes para a administração pública no contexto atual.

Nos dias 7 e 8, Pregão e Formação de pregoeiros. Dias 14 e 15, Auditoria e Controle Interno de Licitações, compras e contratação pública em regime especial decorrente da Covid-19.

Dias 16 e 17, Planejamento de Comunicação e Marketing em período de pandemia.

Dias 21 e 22, Contratos Administrativos no âmbito da contratação emergencial – Gestão e Fiscalização. Dias 27 e 28, Lei Orçamentária Anual – LOA.

* A Arcos Dourados, maior franquia independente do McDonald’s no mundo, doou, nos dias 29 e 30 de junho, mil sanduíches e batatas para os profissionais de saúde do Hospital Metropolitano Odilon Behrens.

Profissionais, claro, na linha de frente do combate ao novo coronavírus.

A ação faz parte da campanha McObrigado, que tem a meta de 100 mil combos doados, investimento de cerca de R$ 2,5 milhões de reais.

Três mil sanduíches e batatas já foram doados aos hospitais Santa Casa de Misericórdia, São Francisco, Hospital Municipal de Contagem, moradores em situação de rua e refugiados venezuelanos.

Agora, a marca chega a quatro mil produtos, somente na capital mineira e Contagem, doados desde o início da pandemia.