Paulo Navarro | quinta-feira, 18 de julho de 2019

Na comemoração aos 75 anos do Hospital da Baleia, na Academia Mineira de Letras, Marcelo de Souza e Silva, presidente da CDLBH, e Tereza Guimarães Paes, diretora-presidente da Fundação Benjamin Guimarães/Hospital da Baleia

Foto: Grazi Mendonça

O empresário e mestre nas habilidades da beleza, Ittalo Souza, recebeu, na última semana, o prêmio Beauty Minas, o Oscar da beleza mineira, em reconhecimento ao seu trabalho

Foto: Paulo Navarro

Show francês

Sorte de quem viu, ao vivo, em Paris ou pela internet, os fogos de artifício pelo 14 de Julho. Depois do baile popular, na véspera, desfile militar na Champs-Elysées. À noite, espetáculo de música, luzes e fogos em frente à Torre Eiffel. Humilde sugestão ao Réveillon de Copacabana e à nossa Belo Horizonte. BH já ressuscitou o carnaval, faltam agora o Réveillon e um 7 de Setembro mais festivo.

Show de exemplos 

Em Minas, parece que só Tiradentes sabe atrair turistas o ano inteiro. É um festival atrás do outro. Claro que a arquitetura ajuda, e muito, mas Belo Horizonte continua uma grande e carente cidade. A França tem exemplos de sobra, como o Dia da Música, dia 20 ou 21 de junho.

Exemplo invejável 

É a celebração pelo primeiro dia de verão, em todo o país. Em Paris, em todas as praças, ruas, qualquer canto; shows com estrelas internacionais, nacionais e gratuitos. No mais, a cidade é livre a todos os músicos e tipos de música. E música boa. Aqui mais uma oportunidade.

Exemplo testável 

Mais uma oportunidade para testarmos se este tipo de evento funciona ou não. Na esteira da já instituída virada paulistana, a Virada Cultural de Belo Horizonte 2019, nas ruas do hipercentro, entre 20 e 21 de julho. A Virada convida a população a redescobrir a cidade e ocupar espaços com vasta programação. Mais de 400 atrações de linguagens e formatos variados, espalhadas em 25 espaços do hipercentro, possibilitando uma ocupação harmônica durante 24 horas. São esperadas cerca de 500 mil pessoas.

Curtas & Finas

* Continuando os exemplos franceses: BH não é Paris, muito menos tem o dinheiro do 14 de Julho e do Dia da Música.

BH entrou e saiu do mapa-múndi pela porta dos fundos, a surra de 7X1 para a Alemanha, em 2014.

O Brasil é muito grande, rico e diverso para depender apenas do Rio de Janeiro.

Cidade e estado deveriam procurar as Parcerias Público-Privadas para um choque cultural, de qualidade nota 10, em BH e Minas.

* O presidente do Sistema Faemg – Federação da Agricultura e Pecuária de Minas, Roberto Simões, convida para solenidade da Medalha do Mérito Rural.

A Grande Medalha será outorgada à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias. Hoje, às 19h, no Espaço Sicepot, Estoril.

* O 7º Bolsa Pampulha é parte do Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte.

Promove residência de dez artistas, oficinas e palestras gratuitas. A próxima, dia 28, no Museu de Arte da Pampulha, será com a artista, curadora e pesquisadora Mônica Hoff.