Paulo Navarro | quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Os colírios Ana Florença Vaz e Patrícia Gontijo

Foto: Edy Fernandes


Registro & Homenagem

Notícia “velha” de dois dias. Morreu o último maior banqueiro mineiro, Aloysio de Andrade Faria, aos 99 anos, em sua fazenda de Jaguariúna (SP). Era o integrante mais antigo da lista “Forbes” de mais ricos do país e tinha patrimônio estimado em R$ 8,32 bilhões, segundo ranking que ainda será publicado pela revista.

Registro & Orgulho

“É com imenso pesar que nós, do Conglomerado Alfa, comunicamos o falecimento do nosso acionista controlador, Dr. Aloysio de Andrade Faria, em sua fazenda na região de Campinas (SP), de causas naturais”, diz nota da assessoria. O banqueiro era viúvo de Cléa Dalva de Campos Faria e deixa cinco filhas que são herdeiras e acionistas da organização.


O indefectível e músico Marco Túlio com a esposa, Ângela Lara

Foto: Edy Fernandes


Ação contínua

A edição 2020 de O Proação terá seus desfiles no canal ONG O PROAÇÃO do YouTube. Este, que é um dos eventos de moda mais esperados do calendário social mineiro, acontece hoje, a partir das 20h30, com o tema “O Renascer”, atual, carregado de tradição, redes criativas e tecnologia. A produção artística é de Rodrigo Cezário e Natalia Azevedo, da Doopla Collab. A produção executiva é da Assim Produção de Eventos.

Ação talentosa

A 13ª edição do desfile beneficente terá, como atração musical, a cantora Manu Diniz. Na passarela, abraçando a causa com muito talento e criatividade: Anna Barroso, Apartamento 03, Choc Color, FF fashion, Patricia Motta, UH Premium, Victor Dzenk, Ypslon. E, pela primeira vez, Água Fresca e Divina Pele.

Ação forte

O evento, ininterrupto desde 2008, agradece aos seus “anjos”, as empresas que abraçaram a ideia: Metalsider, Emive, Romano Comunicação, Ateliê Casa Branca, Mari Make Up, Mariel Pelli, Luiz Ferrato Film, R7 som e luz, Príncipe da Paz, Fernando Jorge Designer, Matheus Menezes e Naya Lellis.


Gigante de aço

A coluna endossa a grande matéria da revista “Isto é Dinheiro” sobre a Usiminas e ainda mais seu presidente, Sérgio Leite. Como a produção de caminhões e a construção civil, outro termômetro infalível da saúde econômica no Brasil é a produção e a venda de aço pelas siderúrgicas. O aço, como o cimento, está na mesma construção civil, nas montadoras, nas fábricas de eletrodomésticos, nas grandes obras de infraestrutura.

Gigante de pé

Após crise sem precedentes, o setor aposta na retomada ainda em 2020. A Usiminas é emblemática. Líder no segmento de aços planos no Brasil, movimenta-se para crescer. Três indicadores apontam. O primeiro é o crescimento dos investimentos, de R$ 600 milhões para R$ 800 milhões. O segundo é o aumento da rentabilidade, puxada pelas exportações. O terceiro, e mais simbólico, é a religação do Altos Forno 1 de Ipatinga.

Gigante gigantesco

“A retomada tem um significado grande, porque não produzimos nada que não esteja vendido. Não fazemos produção de estoque”, afirma o CEO da companhia, Sergio Leite. A aposta está no crescimento gradual da produção industrial, que subiu 8% em julho em relação a junho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e teve alta em 25 dos 26 setores.

Gigante econômico

“No momento em que a economia se reativa, vamos pelo mesmo caminho”, diz Leite. “Consumo de aço e crescimento econômico andam juntos.” Com este sinal azul e verde, a siderúrgica mineira é sólida escada para sair do fundo do poço. Com a presença do presidente Jair Bolsonaro e do governador Zema, depois de 120 dias desligado, o alto Forno 1, tem capacidade para produzir ao ano 600 mil toneladas de ferro-gusa, matéria-prima para o aço.

Gigante otimista

Complementa Sérgio Leite: “As reformas brasileiras são extremamente importantes para a indústria brasileira. Tivemos no ano passado a previdenciária, que vai ter impacto a longo prazo e é importante para nós”. Quanto à tributária, “ela vai trazer mais competitividade. Precisamos estar unidos e trabalhar pelas reformas. A CPMF vai ser discutida e o mais importante é que haja compromisso do governo de não haver aumento da carga tributária”.

Curtas & Finas

* Mais boas novas da Usiminas. O diretor de hospitais da Fundação São Francisco Xavier, o médico Mauro Oscar Soares de Souza Lima, incorporou mais um desafio nesses tempos de pandemia. A FSFX, braço social da Usiminas nas áreas de saúde e educação, firmou contrato com a Secretaria de Estado de Saúde de Minas para ser a mantenedora do Hospital Vital Brazil de Timóteo, Vale do Aço.

O anúncio foi dia 10. A Fundação assume a gestão da unidade hospitalar por meio de um contrato emergencial, inicialmente de seis meses. “Um novo tempo começa para o Hospital e Maternidade Vital Brazil e usuários da região. Cumpriremos nossa responsabilidade com a comunidade”. “Temos uma visão de futuro, oferecendo ainda mais qualidade e um atendimento que priorize sempre o melhor para o paciente”, comentou Souza Lima.

* O Tauá Resort & Convention Caeté acolhe o 1º Conecte-se - O Mundo se Transforma. O evento híbrido terá convidados in loco e acontece via plataforma virtual para todo o país, hoje, a partir das 16h. A atração também conta com a colaboração da Arte Eventos e VEM Events, encarregada da plataforma de transmissão virtual. Palestras de Andrea Iorio, “Competências do profissional de eventos na Era Digital”, Maria Flavia Bastos, “O afeto que ha em nós”, e Renner Silva, “A Fórmula mágica do Sucesso”.

A abertura contará com a atração Rhom Live, com o DJ Rhomel, e encerramento ficará por conta da banda Jazz Soul Much. O objetivo é apresentar a tendência de eventos híbridos, com a segurança exigida.Para Brenno Medeiros, gerente regional de Vendas do Tauá, a tecnologia ajuda: “Caminhamos na promoção desta experiência, sem impactar o calendário das grandes empresas. Com a tecnologia, o Grupo Tauá pode realizar um evento que acomode a diretoria de uma grande empresa, enquanto cerca de 300, 500 pessoas assistem remotamente”.

* O Brasil detém o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo, com mais de quatro milhões de pessoas cadastradas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea, mais de 520 mil cadastrados de Minas. Mas as chances de encontrar um doador compatível entre não aparentados é de uma em 500 mil pessoas e entre irmãos é de cerca de 30%, o que tende a se tornar ainda mais difícil em plena pandemia.

19 de setembro marca o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea. Assim, o Grupo Oncoclínicas promove encontro virtual, aberto ao público, hoje, às 17h, via NetGlobe, para abordar o assunto no contexto da pandemia. Apresenta também as instalações do primeiro centro privado integralmente dedicado ao tratamento de câncer, o Oncobio. Presentes, Dr. Bruno Ferrari, Dr. Wellington Azevedo, Dr. Evandro Fagundes e outros médicos.