Paulo Navarro | quarta-feira, 29 de julho de 2020

João Paulo Wiegratz Navarro, aprendendo a curtir o novo normal

Foto: Paulo Navarro


Lara Andrade, curtindo o novo normal em nossas velhas montanhas

Foto: Liliane Andrade


O restaurante A Favorita fechado e, agora, teto para “sem tetos”

Foto: Paulo Navarro

Fim da picada

Infelizmente, não foi apenas uma surpresa desagradável e muito triste o já esperado e adiado, ao máximo, fechamento do restaurante A Favorita, do empresário uruguaio, Fernando Areco, o “Motta”. Muito triste. O encerramento das nossas favoritas noites e atividades, prediletos almoços e encontros, é fruto da crise econômica que há muitos anos era um vulcão adormecido. Pois o vulcão explodiu em 2015 e continua fazendo vítimas. E fará muitas outras, agora com o auxílio criminoso do isolamento social e do comércio fechado, filhos de várias pandemias.

Fim do horizonte

Pandemia sanitária, econômica, política e de informação. O restaurante A Favorita resistiu o quanto pôde, bravamente, com toda a classe, atendimento, produtos e serviço de primeira. Resistiu e insistiu como a “orquestra” do Titanic, que tocou até o fim, até afundar com o transatlântico, como rezam a lenda e depoimentos de 1912. O fato é ainda mais lamentável porque o A Favorita não era apenas mais um restaurante de alta gastronomia de Belo Horizonte. Era um templo.

Findo horizonte

Primeiro, um templo da culinária e, literalmente, da “fina porcelana”, por mais de 20 anos. Cheio de histórias e vários começos, como “seus pais e pares”, o Café Ideal, o Cafezinho e demais empreendimentos de três uruguaios. Falamos do saudoso chef Jorge Rattner, o Ratta; o mesmo Motta e o sócio deste último, no restaurante La Victoria, Jardim Canadá, Tomás Mesquita. Esse trio ensinou o belo-horizontino a comer. Mostrou que a gastronomia ia e vai muito além da comida mineira e da pizza.

Fim do creme

O restaurante A Favorita também era o palco da alegria e das confraternizações. Ponto chique de confrarias. Início de várias amizades, amores e alguns casos mais picantes. Simplesmente porque tudo passava pelo A Favorita. Além da nata da sociedade (“la crème de la crème”), o restaurante acolhia, sem dever nada às grandes metrópoles do Brasil e do mundo, todos artistas e personalidades de passagem por Belo Horizonte. Paremos por aqui porque estamos falando de anos e anos, não de linhas e vírgulas.

Fim e começo

Deixamos, porém, nosso enorme “merci” ao Motta, desejando-lhe mais sorte e mais sucesso, onde ele puder, quiser e conseguir. Desejamos também, com toda esperança e otimismo, que o que sobrou da cidade resista a tudo que está atravancando nossas vidas. Até tudo passar. Enquanto “fingimos de mortos”, vivamos. Vivamos o que podemos e onde possamos. Vivamos o próximo e nas proximidades. Aproveitemos, como nestas fotos de hoje, a natureza que ainda cerca Belo Horizonte de verde, de montanhas e novos horizontes.


O CEO e headhunter da Prime Talent, David Braga, ensinando a sobreviver nos novos tempos.

Foto: Carmine Furletti

Autoajuda

Recebemos um sinal dos novos tempos: “Disrupção, inovação, reinvenção, novo mercado de trabalho, novo normal, adaptação, propósito, legado. Esses são alguns dos grandes temas do mundo atual, marcado pela pandemia da Covid-19 e pelas profundas transformações e incertezas provocadas por ela. Diante desse cenário com mais perguntas que respostas, eles também funcionam como principal eixo para o livro ‘Contratado ou Demitido – Só depende de você!’, que será lançado, gratuitamente, em 1º de agosto”.

Autocontratado

“Na publicação, apenas em versão digital, o conceituado headhunter David Braga, CEO da Prime Talent, aborda, de forma descomplicada e didática, todos os aspectos para que profissionais dos variados níveis hierárquicos possam construir ou ressignificar sua carreira – e até mesmo sua vida pessoal. Em nove capítulos, o autor é primoroso em compilar orientações e informações extremamente importantes sobre liderança, protagonismo, autoconhecimento, gestão de imagem, corporativismo, resiliência, recolocação, atratividade, empregabilidade e até felicidade, entre outros aspectos”.

Curtas & Finas

* Ainda sobre o livro, “Contratado ou Demitido – Só depende de você!”: “São diversas dicas e, principalmente, reflexões que contribuirão para impulsionar a trajetória profissional do estagiário ao presidente, assim como para o desenvolvimento de uma cultura organizacional inovadora”.

Para o vice-presidente executivo da Fundação Dom Cabral, Paulo Emílio Carreiro, que assina a introdução, “o livro provoca a pensar sobre quem queremos ser e o legado que pretendemos deixar”.

Isto, “independentemente se o trabalho será via CLT, home office, no escritório, em hubs, por projetos ou qualquer outra forma”.

Fala a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos de Minas Gerais (ABRH-MG) e conselheira consultiva da ABRH Brasil, Eliane Ramos: “O autor inspira passos para o desenvolvimento e para a superação dos desafios, com otimismo, bom-humor e muita competência”.

O livro digital foi uma forma de David Braga compartilhar com o leitor seus aprendizados e sua experiência com a seleção de mais de dez mil executivos para empresas de toda a América Latina.

Fala o autor: “Em meio a esta pandemia, decidi fazer a publicação para que todos possam acessar gratuitamente. Digamos que seria uma forma de ação social para apoiar a quem precisa de ajuda neste momento e nos próximos”.

Para baixar o livro digital “Contratado ou Demitido – Só depende de você!”, a partir de 1º de agosto, acesse o site www.davidbraga.com.br.