Paulo Navarro | quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Christiana Sartori e Adriana Coelho, felizes convidadas para harmonização de vinhos maravilhosos com massas e frutos do mar

Foto: Arquivo Pessoal

Na cozinha gourmet de sua doce vivenda, os anfitriões e “dublês” de chefs, Bernadete Barreira e Rogério Coutinho

Foto: Arquivo Pessoal


Novela mexicana

Semana passada, durante o “abre, não abre, abre mais ou menos etc.”, a Associação Nacional de Restaurantes (ANR), que representa o setor, divulgou pesquisa com números preocupantes. No Brasil, cresceu 7% o número de estabelecimentos que encerraram as operações. Entre os que estão abertos, 22% não devem continuar funcionando, ou seja, cerca de 200 mil bares e restaurantes devem fechar as portas em breve.

Novela javanesa

De acordo com o presidente da associação, Cristiano “Pobre Juan” Melles, 42% dos estabelecimentos de rede já fecharam pelo menos uma das unidades, e a situação em Minas é bem ruim. “Aqui é mais preocupante ainda, pois já estamos há cinco meses com os estabelecimentos fechados. Quem tem mais de um restaurante já fechou uma unidade; espaços com um dono – botequim, padaria, restaurante – já passam de 30%, então é um cenário muito preocupante.”

Novela apocalíptica 

Conforme Melles, nas capitais em que os bares e restaurantes já foram reabertos, o funcionamento está fluindo de forma organizada. “Está funcionando muito bem a autorregulamentação, você não vê casos de aglomeração de pessoas, foi muito pontual e já solucionado, então nós precisamos que a nossa capital, que é a única do Brasil, hoje, completamente fechada, reabra para bares e restaurantes”.

Novela absurda

Continua Melles: “Cada dia que passa esse número vai subir de maneira muito mais rápida; estabelecimentos que não vão reabrir devido à pandemia”. Agora, aqui entre nós, e os bares clandestinos, como na Lei Seca, século passado, nos Estados Unidos? E este negócio de não poder consumir bebidas alcóolicas em bares? O vírus é alcóolatra? E mesas com apenas duas pessoas bebendo refrigerante a dois metros de outras duas pessoas tomando suco? É para rir ou chorar?

 

Magia japonesa

Imaginem, em uma avenida de Tóquio, Japão, um banheiro público feito todo em vidro transparente. Do lado de fora, o usuário pode ver se está tudo limpo, funcionando e pronto para uso. Mas quem faria as necessidades num toalete devassado, à vista de todos os transeuntes? Ninguém, certo? Errado. Qualquer um que precisar. A pessoa entra e, assim que fecha o trinco interno, as paredes de vidro passam de transparentes a 100% opacas. Viva a educação! Viva a tecnologia! Viva o Japão!

 

Tempos amarelos

De João Pedro Louzada, advogado especialista em Recuperação Judicial no escritório GVM | Guimarães & Vieira de Mello Advogados, com experiência na área de Direito Civil e Recuperação Judicial, sobre os tempos de pandemia: “Diante desta conjuntura de recessão e de uma possível depressão econômica, é necessário que as empresas estejam atentas aos seus balanços. Um balanço negativo pode desencadear eventos que comprometem a sua estabilidade”.

Tempos vermelhos

“Uma luz amarela acende e não é raro que a empresa aumente as suas dívidas para voltar à normalidade. O endividamento que se constitui como a solução, apenas aumenta o problema, até que a empresa não tenha mais acesso ao crédito. Há alguns modos de sair desse arriscado círculo vicioso, antes que a situação se torne insustentável (...). Um desses modos é a Recuperação Judicial”.

 

Curtas & Finas

* Sabiam que máquinas da New Holland Construction também são protagonistas no cinema? Certo!  Os filmes já são “antigos”, mas continuam aí. As máquinas também.

Minicarregadeiras e pá carregadeira dividem a cena com grandes estrelas em “Duro de Matar – A Vingança” (1995) e “Casino Royale” (2006).

As participações nas histórias não são mera figuração. Reforçam a força e a robustez de uma linha completa de modelos, voltados à diferentes aplicações e prontos para solucionar qualquer desafio.

Em “Duro de Matar”, Jeremy Irons e as minicarregadeiras L250 carregam bilhões em barras de ouro do Banco Central de Nova York!

Depois, com James Bond em “Casino Royale”. O agente 007 (Daniel Craig) persegue o vilão Two Fingers numa pá carregadeira W190. A máquina não poupa esforços na caçada, com 007 destruindo tudo o que vê pela frente.

Na “vida real”, a New Holland Construction atuou em grandes obras como as construções da Ponte Rio-Niterói e a Usina Hidrelétrica de Itaipu. Detalhe importante. Elas destroem, mas constroem muito mais, OK?

* Na semana em que completamos cinco meses da pandemia que mudou o mundo e exige adaptação de todos, a Solutions Gestão de Seguros, em parceria com a BH Airport, divulga tesouros em suas plataformas digitais.

O esforço e profissionalismo de gerenciamento de riscos da BH Airport para atender com segurança, passageiros, visitantes e a comunidade no Aeroporto Internacional Belo Horizonte.

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