Paulo Navarro | quarta-feira, 25 de março de 2020

Em almoço entre amigos, no BH Shopping, Vinicius Veloso ladeado pelo jornalista Humberto Alves Pereira e pelo empresário Celso Picchioni

Foto: Edy Fernandes

Na quarta edição do Talks Unimed-BH, evento que discutiu telemedicina e saúde digital, o superintendente geral de Serviços Próprios da Unimed-BH, Fábio Lentúlio, a vice-presidente da Associação Brasileira de Telemedicina e Telessaúde (ABTms), Rosângela Gundim, e o diretor-presidente da Unimed-BH, Samuel Flam

Foto: Nitro Imagens


Medida exemplar

Diante da pandemia global, a família Menin e as empresas MRV, Banco Inter e LOG CP participam de ações em parceria com o Governo de Minas e com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) para minimizar qualquer deficiência do estado ao enfrentar a crise. O grupo acaba de autorizar a compra no valor de R$ 10 milhões em respiradores mecânicos para a rede hospitalar do estado.

Medida nobre

Os aparelhos, fundamentais, custam, em média, R$ 100 mil a unidade. “Temos feito doações desde o início, mas agora temos de incrementar”, diz Rubens Menin. Segundo a família, o momento exige ações concretas de todas as lideranças e, por isto, não pretendem parar por aí.


Vai dar certo

Continuando a “brincadeira” sobre como era nosso mundo, há um ano, recuperamos a coluna do dia 25 de março de 2019. “No Cine Theatro Brasil Vallourec, o ‘Do It: Now, Faça Isso Agora! – Uma nova forma de pensar em gestão empresarial!’. É para quem está ou quer estar no mercado”.

Vamos dar certo 

Que ironia, falar “sucesso e fazer algo agora”, em tempos de empresas e mercados afundando! O outro assunto era a participação brasileira em conferência sobre criptomoedas, em Harvard, Estados Unidos. Parece outro mundo, e era. Hoje sabemos nem do dia de amanhã. Aprendizados? Um pequeno alento, em tempos de quarentenas, é ver relacionamentos voltando, mesmo que virtualmente. Seja em especulações, orações, dicas de saúde e sobrevivência, dicas de compras ou para a “manutenção da sanidade”.


Curtas & Finas

* Esta corrente virtual tem de tudo, por telefone, pelas redes sociais, pelas janelas...

Outro pequeno alento e espaço para otimismo é saber que, mesmo em meio a esta provação inédita e terrível, pensando bem, sabemos que poderia ser pior.

Temos países que nos são tão caros, como Itália e Espanha, com perdas infinitamente maiores.

Pelo que sentimos, o mais importante, a vida, não terá muitas perdas humanas no Brasil, pois estamos agindo da forma mais correta, com o isolamento social. E o clima, ainda de verão, combate o vírus.

Mas a economia fará muito mais vítimas. E será interessante sabermos, daqui um tempo ou muito tempo, o que nossos próximos fizeram durante este confinamento, principalmente para manter a saúde mental.

Por enquanto, as mesmas redes sociais e contatos virtuais, livros, filmes podem resolver e muito bem.

Infelizmente, já sabemos que, se a saúde em BH ainda “pulsa e respira”, a frágil economia já sofre sérias e negativas consequências.