Paulo Navarro | quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Durante confraternização de fim de ano do escritório Nepomuceno Soares Advogados, que aconteceu no Restaurante Santa Fé, os sócios João Rafael Soares, Cristiana Nepomuceno, Clarissa Nepomuceno e Rodrigo Soares

Foto: Edy Fernandes

Nomes da hora 

Helena e Miguel foram os nomes de bebê mais escolhidos pelos brasileiros em 2018. Novo foi o “rebaixamento” de Alice, topo da lista desde 2015. Miguel foi, pelo oitavo ano consecutivo, o campeão entre os meninos. A lista saiu de 501 mil nomes cadastrados na plataforma, composta pelo site/aplicativo Minha Gravidez e Meu Bebê Hoje. Foi forte a tendência brega pró-astros sertanejos como Antony.

Nomes da moda 

Outras “vítimas inocentes” receberam nomes como Kylian, ídolo francês da Copa, ou de séries e programas de televisão, como “La Casa de Papel” e os cozinheiros Bela (Bela Gil) e Henrique (Henrique Fogaça, do “Masterchef”). No caso das meninas, Helena vem da fascinação por histórias de realeza, mitologia e contos de fadas, que segue em alta no Brasil.

Sexo forte

Vale desenterrar matéria publicada aqui, em “O Tempo”, dia 12 de julho: “Mulheres de BH são as que mais abusam de bebida alcoólica no país. Em 12 capitais avaliadas no Brasil, as mulheres ingerem mais bebida do que os homens. A pesquisa foi feita em 48 cidades de todo mundo.

Sexo sedento 

BH, a famosa capital dos bares, lidera o abuso de álcool entre mulheres, 16,5%. Em seguida vem o Distrito Federal (16,3%) e Salvador (15,5%). O consumo dos homens ainda é maior –27,1% contra 12,2% – mas o público feminino está no topo em 12 estados, incluindo Rio e São Paulo.

Sexo perigoso 

O psiquiatra Arthur Guerra, presidente do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), afirma que esse consumo é o mais prejudicial. “Ele cria um quadro maior de vulnerabilidade a cada dose consumida a mais. E está relacionado ao maior risco para amnésia alcoólica, quedas, violência, acidentes de trânsito, sexo desprotegido ou sem consentimento, gravidez indesejada, entre outros”, diz o especialista. Ah! Interessante: quanto mais escolarizada a mulher, mais ela abusa dos destilados.

Curtas & Finas

* Outras dados interessantes sobre as mulheres de BH e a bebida. A pesquisa mostrou que, entre 18 e 24 anos, elas bebem mais do que os homens, 28,7% contra 28%.

Já dos 25 aos 34 anos, os homens voltam à liderança, com 25,6% em comparação aos 19,2% delas.

Resumindo: “(O consumo) ainda não é igual ao dos homens, mas as mulheres estão chegando bem perto e começando a competir com eles”, disse Izabela Abras, 21, autônoma.

“É uma realidade que se nota pelo poder aquisitivo que aumentou e pelo maior espírito de liberdade que elas conquistaram”, pondera Luiz Rodrigues, 58. Aposentado.

* Arte e desenvolvimento humano são o foco do Atelier Humano: oficinas de cerâmica, workshops, alimentação consciente, aulas de yoga, cultura e arte.

Sob a direção da administradora Carol Lara e da designer e ceramista Thaís Mor, a casa é “um espaço que valoriza o terroir” e onde a arte se une ao desenvolvimento humano.