Paulo Navarro | quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Belas, mais que belas e saudáveis, Anastacia Bigovic, Laura Silveira e Isabela Lima

Foto: Edy Fernandes


Belas sem fim e sem começo, Bettina Geber, Laura Pitchon e Stella Geber

Foto: Edy Fernandes


Os belos rostos da felicidade, no casal Caroline Botelho e Cristiano Parreira

Foto: Arquivo Pessoal


Retrato do Brasil

O Brasil é mesmo, mais que nunca, o país dos contrastes e de enormes surpresas. Por exemplo, antes, os ricos viviam em ilhas protegidas da miséria e da violência que há muito nos assolam. Começaram pelos shoppings substituindo o comércio de rua. Depois, os carros blindados e os condomínios de luxo e bem guardados. Agora, os milionários estão mais ricos e ainda mais concentrados, os condomínios viraram cidades. E o melhor símbolo está aqui mesmo, em Minas.

Retrato colorido

Deu no “Jornal da Record Minas”, para a edição nacional: “Um estudo identificou as cidades com a maior concentração de ricos aqui no Brasil. E a campeã do ranking fica aqui, em Minas. Onde estão os ricos no Brasil? Numa terra de condomínios de luxo e população de pouco mais de 90 mil habitantes. Nova Lima, cidade na Região Metropolitana de Belo Horizonte, tem mais ricos do que qualquer outra cidade brasileira”.

Retrato surreal

Continua o jornal: “Este (Nova Lima) é o município com a maior concentração de renda no país, segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas. A renda média da população é de R$ 6.253 mil. E a cidade é preparada para atender um público seleto. Produtos e serviços para quem tem alto poder de compra”. Carros importados (de R$ 2 a R$ 3 milhões), prédios de luxo e tudo que vem junto. Isto num mesmo Brasil onde metade da população não tem água, nem esgoto.

 

Pandemia indireta

A pandemia tem consequências trágicas e anunciadas. No início, taxaram a notícia como “fake news”, agora confirmamos o drama: a morte não esqueceu seus antigos aliados. As doenças normais, que já matavam milhares, continuam matando e os números tendem a crescer. Isso por causa do pânico. Com medo da Covid19, muitas pessoas interromperam tratamentos em clínicas e hospitais.

Perigo indireto

Gente cardíaca, com diabetes ou câncer e outras patologias estão no enorme grupo de risco. Caíram também, consequentemente, as doações de sangue e de medula óssea.
No Brasil, “850 pessoas precisam do transplante, sendo 5.199.915 doadores cadastrados. Dados do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome)”. Como as crises que, de quando em vez, atingem os bancos de sangue; agora diminuíram os doadores de medula óssea. Campanhas solidárias venceriam o medo?


Curtas & Finas

* O Grupo JChebly traz o Latitude Workspaces para o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte.

O espaço com conceito Premium oferece coworking, lounges, estações de trabalho e outras facilidades para o viajante de negócios.

O empreendimento, que já tem uma unidade no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, lançada no ano passado, oferece facilidades como wi-fi de alta velocidade e climatização.

Além de mobiliário, cafés, chás, água e arquitetura com a premissa de inspirar os frequentadores e garantir produtividade e conforto.

“O espaço foi pensado dentro de um conceito novo de trabalho para ajudar as pessoas a manter sua produtividade entre as viagens, trabalhando ou mesmo realizando uma reunião no próprio aeroporto”.

Ficamos felizes de oferecer mais essa comodidade para ajudar a acelerar negócios em Belo Horizonte”, afirma Leonardo Chebly, CEO do Grupo JChebly.

Ao entrar no local, por exemplo, todos passam pela medição de temperatura. Também não é permitida a entrada sem o uso de máscara e há álcool em gel, máscaras e luvas disponíveis para utilização.

O horário de funcionamento é de segunda a segunda, das 7h às 22h, tendo o horário reduzido (das 8h às 20h) durante período da pandemia.

* Faculdade Milton Campos: 48 anos de história traduzidos em uma nova marca. O marco de quase meio século representa uma mudança no perfil da instituição.

Mudança impulsionada pelo avanço das tecnologias e pelo interesse no fortalecimento do diálogo com a sociedade. Dessa necessidade de reformulação surge a nova identidade visual para a marca.

A nova marca da Milton Campos alinha-se à missão da faculdade: inovação aliada à tradição e excelência, enquanto sintetiza a aspiração pelo crescimento e desenvolvimento pessoal.

O desenho é composto por três eixos básicos: cabeça, tronco e membros da figura humana, que aludem às três faculdades da instituição, sob o lema “suba, aprenda, voe”.

A segunda versão do logo representa a expansão da faculdade, e será implantada gradativamente em produtos, documentos oficiais e materiais de divulgação, entre outros.