Paulo Navarro | quarta-feira, 18 de novembro de 2020

No paraíso, sem vinho, com Bruna Moura

Foto: Edy Fernandes


Triste notícia

No dia 5, o governador de Minas, Romeu Zema, homem de refinado gosto e apreciador, com moderação, de um bom vinho, assinou um decreto muito cruel. A partir de 3 de fevereiro de 2021, um aumento gigantesco, de 62,26% para 129%, dos impostos sobre o vinho importado. Um pecado! Logo o vinho, sempre castigado e perseguido, porque cerveja e chope não entraram nesta lista nefasta. Ainda bem! O churrasco agradece.

Intragável notícia

Essa “reserva de mercado” é, no mínimo, infeliz. O vinho brasileiro, com exceção dos espumantes, ainda não é bom; consegue competir nem com nossos vizinhos chilenos, argentinos e uruguaios. E o que a gente não tem em casa busca lá fora, importa. E mais: um bom vinho, um vinho “honesto”, com os sinistros impostos de sempre, já é caro. Mais que dobrando os tributos, é sentença de morte. De novo e sempre, coisa boa só para quem pode.

Inconveniente notícia

Não é inviabilizando, praticamente proibindo a importação de vinhos, que o mineiro vai começar a consumir aqueles produzidos em Minas. Essa “reserva de mercado” só atrapalha. Atrapalha inclusive o progresso das próprias safras brasileiras e mineiras, que perdem uma referência, uma aula, um exemplo. A competividade e a concorrência são salutares. Essa estratégia, no passado, já atrapalhou e atrasou em muito a indústria brasileira, como a da informática e dos automóveis.

Assassina notícia

Além de desfalcar o consumidor direto, aumentar o preço do vinho importado é mais uma guilhotina no pescoço de bares e restaurantes, setor já arrasado com e pela pandemia. Num jantar decente e bem regado, o bom vinho sempre foi a parcela mais cara da conta. Agora, provavelmente, a maioria das pessoas ficará restrita a uma garrafa, no máximo, completando o cardápio com água. Claro, o vinho, por excelência, é a bebida de um almoço ou jantar. Ravioli com guaraná, senhor governador? Misericórdia!


Mesmo sem vinho, felizes e sorridentes: Cássio Vital, Thalita Rodrigues e Thiago Mirandes

Foto: Edy Fernandes


Saúde e bem-estar 

Para quem pode! Neste ano de ficar em casa, no conforto e no aconchego, muita gente resolveu investir naquele espaço onde passamos, ou deveríamos passar, um terço de nossas vidas, a cama. Cama para dormir e se divertir. Palmas, então, para uma marca fundada em 1964. A Orthocrin nasceu com a missão de proporcionar o sono de saúde. É a maior fábrica de colchões da América Latina, tecnologia e tradição de mãos dadas.

Saúde e tranquilidade

Orthocrin, diga-se, é empresa mineira e familiar, de Manoel Nogueira, fundador e presidente. Manoel conduz a empresa com os filhos: Ana Paula Borlido, diretora da indústria; Alexandre P. Pereira, diretor operacional; e Ana Carolina P. Ferolla, diretora de franquias e e-commerce. A Orthocrin sempre acreditou nos sonhos de seus consumidores, porque é lá mesmo, em seus colchões que, literalmente, nascem os sonhos.

Tranquilidade e reparação

Alinhada à marca, a franqueada Carol Lanna reconheceu a conquista do tenista Bruno Oliveira, vice-campeão do torneio Grand Slam Juvenil em Roland Garros, Paris, França, em outubro. Hoje, às 17h, na loja do Belvedere, Carol presenteia Bruno com o colchão Série 503, perfeito para atletas. Com alta tecnologia, regula as taxas de cortisol do sangue, afastando o estresse, e atraindo um relaxamento ideal após a prática do esporte.


No Layback, talvez com vinho e moderação, Claudio e Carolina Nogueira com Rosana Ribeiro e Ronei Rezende

Foto: Arquivo Pessoal


Curtas & Finas

* Então, enquanto o aumento sobre os vinhos não vem, que tal aproveitarmos bem? Para quem pode, claro. “A ideia francesa da ‘Champagne Académie’ é um curso completo sobre a Champagne (região) e o champagne (vinho) de quatro horas, ilustrado através de duas grandes Maisons. Duas Maisons bem diferentes em estilos, que são Moët & Chandon e Veuve Clicquot Ponsardin.

Durante a aula, serão degustados quatro champagnes: Moët Impérial Brut, Moët Impérial Rosé, Veuve Clicquot Brut e Veuve Clicquot Rosé. Depois da aula, jantar harmonizado com quatro champagnes e quatro pratos, para mostrar a magia do champagne com uma culinária de qualidade. Dia 26 de novembro, das 14h às 22h, no restaurante Cantaloup, em São Paulo. Fazendo as honras das Maisons, o mestre François Hautekeur.

* A sede da Advocacia Geral da União em Belo Horizonte recebe, hoje, exposição de Patrícia Krug e o lançamento do Projeto Legisl’arte. Os trabalhos inspiraram a promoção do debate e a proposição de leis que ampliem direitos de pessoas com doenças raras ou não diagnosticadas. O projeto sociojurídico leva a assinatura dos advogados Marcellus Ferreira Pinto e Juliana Lacerda.

O evento acontece para seletos 30 convidados, incluindo autoridades, empresários e imprensa.

Já estão confirmadas as presenças do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e do secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira. A produção de Patrícia inspirou uma marca chamada PK, que vai comercializar produtos estampando imagens criadas pela artista. Parte das vendas será revertida para as ações do Projeto Legisl’arte.