Paulo Navarro | quarta-feira, 18 de julho de 2018

Na comemoração do 242º aniversário da Independência dos EUA, em BH, José Maurício Vasconcelos, a chefe do setor político da Embaixada Americana, Kristin Kane, a cônsul dos EUA em BH, Rita Rico, e Celso Picchioni

Foto: Raphael Lima 

Comemorando o sucesso do 35º Congresso Mineiro de Municípios, o diretor do Minas Arena, que administra o Estádio Mineirão, Samuel Lloyd, com o superintendente executivo da AMM, Rodrigo Franco

Foto: Mayra Castro/Comunicação/AMM

 

Direto de Washington

Com o publicitário Washington Olivetto podemos gastar e renovar o clichê de gênio. Mesmo que pareça meio aposentado, deixou um legado e muita aula de anatomia em criatividade. Criou “algumas das mais marcantes, emocionantes e divertidas campanhas da propaganda nacional”.

Direto dele

No livro, “Direto de Washington - W. Olivetto Por Ele Mesmo”, o mestre conta histórias sobre ele mesmo, o criador de criaturas e aventuras. “Ganhou o primeiro Leão de Ouro do Brasil em Cannes, conquistou todos os prêmios da publicidade mundial, entrou para o ‘Guinness Book of Records’, inspirou personagem de novela, virou letra de músicas de sucesso, nome de pratos em restaurantes famosos”.

Dele mesmo

Virou selo de correio e vice-presidente do Corinthians. Uma das pérolas de "Direto de Washington" está no comentário sobre o lendário comercial que fez para a Valisère, com o slogan "O primeiro sutiã a gente nunca esquece". Diz ele que, nos dias de hoje, seria um crime.

Dele e nosso 

Com o "politicamente correto e a grande quantidade de ignorantes e covardes protegidos pelo anonimato nas redes sociais, seria enxovalhado como incentivador da pedofilia. Isso, apesar de refletir um sentimento que não é de ontem nem de hoje: é de sempre”. Para o mestre (DPZ/ W/GGK W/Brasil), certas coisas não mudam, o que muda é o contexto ou a tecnologia: "Quando eu era menino, as redes sociais já existiam. Eram formadas por senhoras que futricavam entre si sobre a filha da vizinha”.

 

Curtas & Finas

* Continuando sobre Washington Olivetto e a “filha da vizinha”, atualmente, futricas de todos os gêneros são feitas no Facebook, mas continuam sendo futricas.

Olivetto lembra ainda que quando era bem jovem, existia um tipo de chato que convidava os amigos para comer um fondue na sua casa e ver slides da viagem que ele e a mulher tinham feito.

E compara: "O que é o Instagram senão a projeção de slides dos chatos? Mas com uma diferença: não tem fondue".

No livro: "Cansei de ler inverdades a meu respeito, até porque não li muitas, e posso garantir que estas páginas não contém mentiras”.

Lembra que a frase é divertida: “Parece ser do Grouxo Marx, mas é minha”.

* A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) promove, pelo quarto ano consecutivo, a entrega da Medalha 16 de Julho.

É uma homenagem da entidade a 27 empresários das nove regionais da capital. Hoje, às 20h, no Centro Cultural Minas Tênis Clube. 

* A cantora e compositora Marina Lima chega a BH para o lançamento do disco “Novas Famílias". O show será no dia 29 de julho, no Sesc Palladium.