Paulo Navarro | quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

No Sicepot, durante a entrega do Prêmio Ser Humano, promovido pela ABRH-MG, o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, o CEO Telemont, Gilnei Machado, a diretora de Gente Telemont, Lourdes Aguiar, a anfitriã do evento, Eliane Ramos, e o diretor Pessoas AeC, Warney Silva

Foto: Filipe Rhodes


Comemorando o Prêmio Melhores da Propaganda Mineira 2019, no Buffet Catharina, a equipe da Fly Midia: Ricardo Dias, Julio Assunção, Tacyana Assunção e Jussara Assunção

Foto: Divulgação/Fly Midia


Mais BH 

O Portal Mais Minas foi às ruas no estilo “voz do povo, voz de Deus” e perguntou a alguns cidadãos que presente BH mereceria ganhar no aniversário de 122 anos, dia 12, logo, daqui para frente, óbvio. Interessante foi constatar que as pessoas querem não o impossível, apenas o normal. Aliás, o que sempre cobramos aqui, neste humilde espaço. O portal começa lembrando o que BH já tem. Não é muito.

Mais menos 

OK, beleza BH ser “o maior aquário de água doce do Brasil”, mas que diversos pontos turísticos e museus temos? Nada de relevante, atraente de verdade. “Igrejinha da Pampulha” e museus sem acervo, por exemplo. A capital dos bares? Há controvérsias, fama, propaganda enganosa.

Mais nada 

Depois da Lei Seca, da crise, BH ainda é a capital dos bares? “Com tudo isto, será que falta alguma coisa?”. Falta tudo isso e muito mais, o básico. Um morador do Santo Antônio gostaria que BH ganhasse mais espaços públicos de qualidade na periferia. Só na periferia?

Mais que nada

Quem tocou na ferida foi uma moradora do bairro Santa Lúcia: BH merecia metrô e transporte público de mais qualidade. Ela ressalta ainda que um metrô com mais acessibilidade possibilitaria que mais pessoas conhecessem a cidade e fossem às ruas. Falou tudo. Um moradora de Santa Efigênia queria que tivessem mais linhas de metrô para que as pessoas da periferia pudessem transitar da periferia para o centro e vice-versa. Elas só esqueceram um detalhe: não temos nem metrô, mas trens de superfície.


Curtas & Finas

* Ainda sobre o “metrô” de BH, que não existe, é “presente de grego”. As estações estapafúrdias fazem apenas metade do trabalho.

Te deixam num lugar, longe. De lá ao destino final, ou o usuário precisa andar muito, sob sol e chuva, ou simplesmente completar o trajeto com mil ônibus.

Uma vergonha saber que o metrô de Buenos Aires, na eternamente combalida Argentina, tem 116 anos, apenas seis a menos que BH.

E pensar que outra moradora, esta do São Pedro, se contentaria com mais espaço para cultura e para arte.

* Dia 16, a Santa Casa BH inaugurou um Acelerador Linear, aparelho para a realização de sessões de radioterapia.

O equipamento ampliará em cerca de 70% a capacidade de atendimento da sua área de oncologia.

Este marco só é possível porque a Direcional Engenharia doou um bunker para o aparelho.

* Amanhã, o Restaurante Coco Bambu BH inaugura o Coco Bambu Lounge & Music, às 19h, no 2º Piso do Shopping Anchieta.