Paulo Navarro | quarta-feira, 10 de junho de 2020

No Empório Paraíso, entre uma água tônica e outra, Roberto Hilton e Sérgio Botrel sonham com a liberação do consumo de bons rótulos

Foto: Arquivo pessoal/Divulgação

Na mesma expectativa, Wagner Espanha e Lu Pereira

Foto: Arquivo pessoal/Divulgação


Relação tecnológica

Com a palavra e as letras, a psicóloga e sexóloga Fabiana Bacelar, sobre o isolamento em casa. “O relacionamento amoroso passa por algumas descobertas e aprendizados que antes não eram tão evidentes. Descobertas de novas formas de amar, com o uso da tecnologia e do olhar mais focado no outro, nos detalhes que antes passavam despercebidos”.

Relação aprendiz

“O tempo que se tem a mais, permite uma maior aproximação e conhecimento do outro. Um aprendizado no aumento da convivência diária e intensa. Para casais casados, havia uma rotina, com tarefas, trabalho, com a faculdade e o cuidado com os filhos; o que acabava interferindo no contato mais próximo de um com o outro”.

Relação respeitosa

“Agora existe uma necessidade de se encontrar um equilíbrio na convivência diária e na nova rotina instaurada. Uma técnica muito eficaz é criar e respeitar o espaço e o tempo do outro para não se criar expectativas fadadas ao fracasso. E namorados, que se encontram nesta necessidade de um distanciamento, mas podem manter esse contato por meio da tecnologia”.

Relação picante

“Isto pode ajudar a manter a relação apimentada e com uma nova forma de pensar o erotismo na relação. Também são comuns, neste momento, as crises de ansiedade, angústia, tristeza e sentimento de desamparo. Aí precisamos tentar algumas técnicas para não se perder nessas emoções, criando atividades individuais, ou com a parceira, que tragam prazer, bem-estar e satisfação. Sem deixar o contato com amigos parentes e, se necessário, o atendimento psicológico”.

Relação arriscada

Vida dura! Quando poderíamos imaginar que, além de complicados, relacionamentos e casamentos poderiam ficar ainda mais difíceis? Que casamento, namoro ou relação esperava uma pandemia e um confinamento que “naturalmente sufoca” ainda mais? É como andam dizendo e brincando por aí: “Os casais que resistirem a essa prova de força provavelmente durarão ‘até que a morte os separe’”.

 

Escolhas de Sofia

Sofia Gonçalves Baeta, mineira de Belo Horizonte, encerrou um estágio no Lincoln Center Education, uma das 11 organizações de arte que fazem parte do Lincoln Center for the Performing Arts, também conhecido apenas como Lincoln Center; imponente complexo de edifícios em Nova Iorque.

Palcos de Sofia

A bailarina mineira, formada pela University of North School of the Arts (UNCSA), foi selecionada, em concorrida disputa, para estágio na renomada instituição, espaço que ajuda jovens artistas a iniciar sua vida profissional. A parceria entre o Lincoln Center Education e a UNCSA existe há mais de 16 anos e já contratou cerca de 70 jovens artistas, entre bailarinos, músicos e atores, ao longo deste tempo.

Memórias de Sofia

Coroando o estágio, Sofia produziu e dirigiu o espetáculo multidisciplinar “My memory, your memory, our memory”, com estreia no The Clark Theater, no Lincoln Center, e participação de 11 artistas convidados; espetáculo dinâmico explorando a relação entre a memória e a perda de memória. “Quis que o público vivenciasse ao vivo a fusão de dança, música e teatro, deixando com eles a reflexão sobre qual o papel da memória em suas vidas”.

Conquistas de Sofia

Sofia Gonçalves Baeta iniciou a vida de bailarina aos sete anos, estudando no Centro de Formação Artística do Palácio das Artes, o atual Cefart. Participou de cursos do American Ballet Theatre, Alvin Ailey, Pilobolus e na Merce Cunningham Trust, todas nos Estados Unidos. E também de um curso de verão na Juilliard, uma das mais renomadas instituições de artes do mundo, também em Nova Iorque.


Luz no horizonte

A fachada do edifício The Plaza, no Belvedere, recebeu iluminação verde para homenagear os profissionais da saúde que estão na linha de frente do combate ao coronavírus. A Patrimar, uma das empresas que funciona no local, e que foi responsável pelo projeto e construção do edifício, endossa a homenagem.


Ação que fortalece

Uma iniciativa do empresário Rubens Menin e da MRV em prol da saúde vai possibilitar que toda a ala de ortopedia do Hospital das Clínicas da UFMG/Ebserh receba uma nova estrutura. Nova, mais moderna e compatível com os recursos tecnológicos e os protocolos mais atuais, para o cuidado do paciente ortopédico. A reforma é uma doação do empresário e da construtora para contribuir com o fortalecimento da saúde pública. O Hospital das Clínicas é o maior hospital universitário de Minas, 100% SUS, referência em casos de média e alta complexidade; campo de ensino em saúde, pesquisa e extensão.

Ação que transforma

Investimento de R$ 1,6 milhão para demolição de paredes, troca de pisos, construção de salas de atendimento e de blocos cirúrgicos, pintura, além da modernização das instalações elétricas, hidrossanitárias e tubulações. “Investir em ações que geram transformações significativas para a vida das pessoas é o que nos move”, contou Rubens Menin, presidente do Conselho de Administração da MRV. A obra, que teve início em abril, tem previsão de finalização no final deste mês.