Paulo Navarro | quarta, 31 de março de 2021

Dupla atômica e dinâmica, Barbara Maciel e Simone Arcuri. Foto: Edy Fernandes

Sem volta

O “home office”, ao completar um ano no Brasil, tornou-se rotineiro e veio para ficar, mas não 100%. O modelo de trabalho híbrido ganhou força, com as pessoas trabalhando em casa e nos escritórios. Para a Fundação Instituto de Administração - FIA, 46% das empresas adotaram e aprimoraram o regime home office.

Meia volta

Muitos questionamentos surgem nas Pequenas e Médias Empresas (PMEs). Dúvidas importantes, que precisam ser esclarecidas antes de iniciar os investimentos em um diferente modo de trabalho definitivo. O objetivo é não prejudicar as atividades das corporações, além dos prejuízos financeiros.

Mil voltas

Melhor consultar um especialista para descobrir como perpetuar o trabalho remoto? Quais os investimentos para que o modelo híbrido ou home office vingue? O que podem avaliar como perdas e ganhos para esses investimentos? Que cálculos são necessários para quem pensa em adotar a atividade híbrida ou remota?

Atenção autoridades

Muitas cidades e estados instalam ou deveriam instalar hospitais de campanha. Essas unidades devem ser construídas de forma rápida e atendendo às necessidades e protocolos de saúde. Assim, a Lafaete ampliou a produção de módulos habitacionais para projetos temporários ou permanentes.

Atenção responsáveis

Hospitais, posto de saúde, centros de triagem, alojamentos, pontos de isolamento etc. Módulos 100% laváveis, ideais para esse cenário. Construção rápida, prática e eficiente, reduzindo a mão-de-obra. Fácil instalação das redes elétrica e hidráulica. 100% adaptáveis, atendendo particularidades de cada demanda.

Atenção filantropos

É possível instalar aparelhos de ar condicionado e exaustores. Resumindo “toscamente”, enquanto não detalhamos mais o trabalho e os produtos da Lafaete, há 50 anos, digamos que são enormes “peças de Lego” versáteis. Vão de simples contêineres a instalações para canteiros (escritórios, administrativos, operacionais) e luxuosas residências.

Dupla campeã mundial, Miriam Arruda e Patrícia Salvador. Foto: Edy Fernandes

Curtas & Finas

*O projeto “Escravidão contemporânea – Esperança de Regresso”, da carioca Aline Matheus, abrange exposição virtual, catálogo, “making of” e debate em 11 esculturas.

Projeto motivado pela condição de trabalho escravo na contemporaneidade no Brasil. A curadoria é do diretor Cláudio Boeckel.

O patrocínio é do Governo Federal, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Todos os itens do projeto são “online”, através do site www.alinematheus.com. Até 13 de abril.

*Brilha na recente publicação do estudo estratégico da Greener, principal consultoria do setor fotovoltaico no Brasil, a mineira Ownergy Solar.

A Ownergy ficou entre as líderes do segmento. Em 2020, iniciou mais de 10 MWp, patamar em “volume de vendas”, que apenas 1% das empresas registrou.

Com 50 colaboradores, integra o seleto grupo de 4%, com mais de 25 funcionários diretos.

A empresa saiu da garagem da casa de seu fundador, o engenheiro eletricista Patrick Lüdtke, há apenas seis anos.

Hoje tem 500 projetos espalhados por 20 estados brasileiros.

*A dermatologista Renata Roquete inaugurou sua clínica homônima na na Torre 1 do novo condomínio Parque Avenida, avenida Raja Gabaglia.

No “menu”, tricologia, estética e nutrição. Mais saúde, bem-estar e qualidade de vida.

*A FGV Educação Executiva retoma ciclo de webinários gratuitos sobre tendências para o mercado 2021; transmitidos ao vivo, às 18h.

Para fechar o ciclo, a última palestra, hoje, será "Criando negócios digitais inovadores".

O evento contará com a participação do sócio sênior-advisor da Falconi, Darci Prado.

Inscrições: http://educacao-executiva.fgv.br/mg/belo-horizonte/eventos/ciclo-de-webinars-tendencias-para-o-mercado-2021?geo-popup=hide

Link: http://evento.fgv.br/mbablended_31/