Paulo Navarro | quarta, 19 de maio de 2021

A esbelta e atlética Dra. Maitê Leite. Foto: Arquivo Pessoal

O que será

Por Dani Verdugo, empresária e “headhunter”, na Executive Search, The Consulting. Em novembro de 2020, 7,3 milhões de brasileiros atuavam 100% em “home office”. Agora, nas empresas, o dilema é manter ou não a prática. Tirando eremitas e misantropos, o ser humano é relacional e ficar 100% remoto não é preferência de empresas e funcionários. O modelo híbrido deve prevalecer; vantagens e desvantagens.

O que poderá

Nas vantagens, a flexibilidade, entre o profissional, social e familiar. A qualidade de vida, produtividade e redução de custos para ambos os lados. Nas desvantagens, a falta de estrutura, barulho, qualidade de Internet e pessoas perturbando. Cultura e inovação vêm da convivência. Finalmente, dificuldades na gestão de tempo, alto volume de trabalho, levando à horas adicionais. O ideal: vantagens exploradas e desvantagens trabalhadas.

Céu aberto

Claro! A aviação executiva cresce diante da crise mundial. Como? Óbvio! Privacidade e busca por destinos nacionais, além da nova regulamentação da ANAC para o compartilhamento de aeronaves. No estrago feito pela pandemia, com as fronteiras internacionais fechadas, ganhou o Brasil. A já citada privacidade, nos voos de lazer e negócios, impulsiona o crescimento, assim como os voos médicos e de carga.

Bem feito!

Segundo a Socialbakers, da Astute, recentemente, o Instagram superou o Facebook - com suas frescuras e censuras - em audiência e engajamento. A rede social de fotos teve 39% mais audiência do que o Facebook e conseguiu 21,4 vezes mais interações. Apesar do sucesso da rede, as marcas ainda publicaram mais no Facebook, que ficou com 54,9% de todas as postagens no período. Na comparação 2019 com 2020, o Instagram cresceu 11,3% e o Facebook sofreu queda de 17,6%.

Fit faz

O Grupo Fit continua investindo e brilhando no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins. Até o final do ano, o grupo quer marcas de peso para o mix comercial. Já temos a pizzaria Forneria Ouro Preto, a cafeteria Nescafé e agora, o Living Heineken. Todos 24 horas. “Seguimos em negociação com nomes relevantes para a melhor experiência de passageiros e visitantes”, diz Lucas Malachias, coordenador de Novos Negócios da BH Airport.

No capítulo amigos na saúde e na taça, Bodinho Carvalho e Baby, no Belvedere. Foto: Arquivo Pessoal

Curtas & Finas

*Ainda sobre Fit e Confins. O Brasil é o maior mercado da cervejaria holandesa Heineken, com nova fábrica em Pedro Leopoldo.

A Living Heineken é uma evolução da marca e está presente em apenas quatro aeroportos: Amsterdam, Nova Iorque, Singapura, São Paulo e agora, Belo Horizonte.

O “lounge bar” quer que os consumidores comecem ou terminem sua experiência de viagem de maneira relaxante e inovadora.

Com “feeds”, os passageiros têm o conforto da espera dentro do espaço, podendo verificar o portão e o momento de embarque.

No cardápio, a experiência da gastronomia holandesa com a mineira.

*De hoje a 21/05, acontece a segunda rodada de mentorias promovida pela Associação Mineira de Municípios – AMM, em parceria com o Sebrae.

Nove turmas ao longo dos três dias. O tema desta rodada será a ferramenta Planpnae.

*A Crivo Editorial lança nova publicação abordando o luto do término. “Os dias depois de você - Cair, levantar e se refazer”, de Fernando Suhet e Rogério Oliveira.

Pré-venda na loja virtual da Crivo, com frete grátis para todo o Brasil. Envio dos livros, a partir do dia 27.

*Do jornal MG Turismo. O turismo ecológico ganha força com quem quer viajar tranquilamente e em isolamento.

Trilhas, rios e cachoeiras refrescantes. Grutas, vida selvagem e paisagens. Minas é uma overdose de ecoturismo e “xô” Coronavírus.