Mil lindas caras

Foto: Pedro Vilela

 

Mil lindas caras

 

Foi gostoso e difícil editar a longa entrevista com a "essencialmente" atriz, Daniela Savassi. Suas respostas tinham bilhões de detalhes. A íntegra vale a "pena" e está no portal O TEMPO. O sobrenome Savassi "delivery" a parte mais cosmopolita de Belo Horizonte. Ela fez e faz de tudo um muito. E tudo muito bem. E ela ainda tem tempo de viver e até ser romântica! Só falta pintar e bordar.

 

- Daniela, por favor, apresente-se...

- Isso pode ser um pouco complexo... Uma eterna buscadora. pós graduada em Direito Tributário e essencialmente atriz. Diversos cursos nessa área no Brasil e no mundo. Romântica, artista apaixonada, versátil, sensível, empreendedora e determinada.

 

- Que negócio é este de Rio/BH/Canadá; vida de artista?

 

- Comecei no teatro em BH. Migrei para TV e teatro. Rodei a Europa para estudar. Morei no Rio. Fiz trabalhos na Globo e Record. Fiz documentário, programas e séries de TV, teatro de novo em BH. Bolsa de Estudos no Canadá... Lá filmei curtas, um longa, vídeo clipes. Em 2016, a série “Ménage”, premiada no exterior. De volta ao Brasil vários trabalhos.

 

- Atriz, em primeiro lugar e o que mais? Produtora?

 

Mas, também aspirante a escritora e trabalhando como produtora desde o início. Essa versatilidade que só o palco dá. Trabalhei com cenário e figurino.

 

- Teatro, TV ou cinema? Tudo junto?

 

Sim. Atualmente, mais audiovisual. Mas, o teatro tem sempre lugar no meu coração. Transito confortavelmente em teatro, TV e cinema.

 

- O que quer/espera de BH?

 

Cheguei para alguns meses, para buscar parcerias e me vi trabalhado com pessoas maravilhosas, curtindo minha família. Quero trocar figurinhas com quem já está na estrada dessa nossa terra tão fértil.

 

- Vida de artista não é mole, de artista em BH é dura. Vai, encarar?

 

Ahahahaha, vai dizer isso p mim? Desistir não é comigo. Tenho coragem para enfrentar os medos. E é assim que tenho vivido.

 

- Já rodou o mundo a passeio ou a trabalho?

 

A passeio e a trabalho. Na Itália, acompanhei um grupo de teatro de improviso. Rodei a França. Atravessei a Espanha dormindo num “smart for 2” sempre observando a arte, a cultura, a história, as riquezas dessa vida tão vasta. O verdadeiro artista é um eterno observador. Observamos a arquitetura, as pessoas na rua, os comportamentos, acontecimentos...

 

- E a música? Nada nesta praia também?

 

Sim, mas tenho certo trauma. Na infância e em alguns testes, passei por situações hostis. Mas, sempre busquei aulas. Em Vancouver, era escolhida para cantar as músicas mais difíceis. O professor me disse: “Não pare! Você tem o dom de envolver a platéia.” Você pode imaginar o que senti?

 

- Quais os planos para 2018?

 

Continuar a assessoria às pessoas que me procuram; lançar meu livro sobre superação da Síndrome do Pânico e de como enfrento meus medos; conseguir parcerias para roteiros e filmar... “A Vida” tem sempre uma carta na manga pra gente e essa carta é sempre um ZAP.