Era uma vez mil histórias...


Ralf Marcelino

Cre?dito: Edy Fernandes


Era uma vez mil histórias...

À frente do Grupo Chalezinho, o apaixonado, otimista e incansável Ralph Marcellini celebra a boa fase depois de inaugurar novos espaços e casas. O empresário conta um pouco sobre as empresas coligadas que originaram o clube de mesmo nome e outros 13 negócios, marcando o entretenimento local como uma das referências na noite da capital mineira, com sede em São Paulo, ecoando também nos EUA.


- Como se originou o Chalezinho e o grupo de empresas ligadas?
Foi há 37 anos, com o Era uma vez um Chalezinho, na Savassi, um café e casa de chá, logo abraçados pelos belorizontinos pelas suas famosas fondues. Em 1997 meu pai convidou a mim e meu irmão pra ingressarmos no ramo. Começamos como garçons, copeiros, caixas, estoquistas... Foi essencial entendermos cada área, antes da gerência. Alguns anos depois, inauguramos o restaurante em São Paulo, a boate Clube Chalezinho em BH e seguimos crescendo.


- Quais os nomes deste crescimento?
Sociedade nos restaurantes Era uma vez um Chalezinho em São Paulo e na Flórida. E em breve, em Belo Horizonte. O Udon Belvedere e Havanna Deck Bar, em Contagem. Clube Chalezinho, a naSala, a produtora nS eventos, a produtora Havanna, a Alliance Cerimonial. A aceleradora de start ups Chuva, a escola criativa Behave, o espaço de eventos Sua Sala, ao lado do Chalé, a drinkeria Jabu e o espaço de arte e comida de rua Quintal.


- Como se posicionaram diante da crise?
Com a paixão que nos move diariamente. Além disso, a inovação; a crença na força de trabalho das pessoas e no potencial do Brasil.


- A receita do sucesso do Grupo é a diversificação dos negócios?
Não, muito trabalho.


- Aconteceram associações. Qual a importância dos experts nelas?
Admiramos muito as casas da Rede Gourmet, mas sobretudo as pessoas à frente desses restaurantes, sempre atualizadas.


- E a turma mais nova à frente do Chalé?
Guizão Guimarães, Elzinho Pereira e Gutinho Marcellini focam em novos promotores e na linguagem do jovem de 18 a 30 anos.


- Quem frequenta a balada hoje?
Hoje, como há 20, é o jovem de 18 a 30 anos. O novo nessa faixa etária é que viaja mais. Então procuramos proporcionar uma experiência tão legal quanto no exterior.


- Como contentar esta e outras gerações?
A programação das casas são segmentadas. Oferecemos música ao gosto de cada faixa etária. Por isso, podemos ter jovens de 18 anos numa noite e, na seguinte, uma turma de espírito jovem de 50 anos.


- É sabido que em BH existem mais mulheres que homens, os projetos de flashback do Grupo são alternativas para formar casais depois dos 40? Porque as mulheres que chegam à esta idade, ainda solteiras, relatam sobre o preconceito que vivem?
Na nossa opinião, não há limite de idade para se divertir e paquerar. E não abrimos mão de ter qualidade máxima em conforto, produto e serviço. Enfim, proporcionar uma experiência única, independente se vem casal… solteiro… Se tem 30 ou 60 anos.