Sábado, 20 de dezembro de 2025
Hoje, rimando com o tema: as maravilhas do Turismo, em vermelho, Carolina Lentz. Foto: Edy Fernandes
Alma do negócio
Hoje, alguns temas lidos, comentados, elogiados e compartilhados do grupo de WhatsApp, “Confraria Mineira do Turismo e Cultura”, criado pelo amigo, brilhante e vitaminado jornalista, Sérgio Moreira. Para começar, claro, quem procura, acha, mas “cabe mais”. Mais que achar, descobrir imóveis históricos praticamente abandonados e, sem mágica, com muito amor, trabalho, sensibilidade, bom gosto e competência, ressuscitá-los.
Negócio dos negócios
Esse é o norte do projeto “Paragens de Minas”, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult/MG). O segredo, o mapa da mina é a restauração, a preservação e uma nova vida do patrimônio, gerando beleza, empregos e renda. Investidores são mais que bem-vindos para a realização de uma das mil metas da titular da Secult/MG, Bárbara Botega.
Negócios e tesouros
Bárbara que, recentemente, declarou: “Se não usarmos o patrimônio, ele vira problema. Casa vazia não recebe manutenção adequada. O mesmo acontece com o patrimônio: ele tem que ser vivo, tem que ser utilizado”. E já que o tema hoje é turismo, com todas suas benesses, outra ótima notícia pescada na mesma “Confraria”.
Tesouros e sensatez
Caxambu engatou o turismo sustentável com carruagens elétricas para transporte de visitantes. Essa ótima nova vem na esteira da lei que proíbe o uso de veículos de tração animal, a partir de 4 de maio de 2026. Previsto também um incentivo financeiro para adaptação dos charreteiros.
Sensatez é lei
Com a sanção da lei, o uso de charretes puxadas por animais para transporte de habitantes ou turistas será proibido dentro da área urbana de Caxambu. A norma dá prazo aos charreteiros cadastrados para adotarem alternativas sustentáveis ou deixarem a atividade.
Mais uma bela e rica rima, com o tema da coluna, Deiza Tavares. Foto: Edy Fernandes
Ótima notícia para os pobres animais que, em Tiradentes, por exemplo, sofrem, puxando “indivíduos com vastas reservas energéticas” (obesos). As novas carruagens foram pensadas para manter o charme e o apelo turístico, lembrando os veículos tradicionais de turismo, mas sem torturar animais.
Lei do verão
As férias e as festas de fim de ano anunciam o verão e movimentam o BH Airport. Natal e Ano Novo, que “caem” em uma quarta-feira, são lindos feriadões. Mais de 700 mil passageiros devem circular pelo terminal mineiro de ontem, até 5 de janeiro de 2026.
Números de verão
O pico será dia 22, quando 43.954 passageiros deverão passar pelo BH Airport. O fluxo, para todo o mês, pode alcançar um milhão de viajantes. Entre pousos e decolagens, mais de nove mil movimentações de aeronaves e 478 voos extras, para atender este dourado dezembro.
Chuvas de verão
Os destinos litorâneos: Salvador (BA), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), João Pessoa (PB), Porto Seguro (BA), Fortaleza (CE) e Cruz (CE), são os mais procurados. Porto Alegre (RS) e Parauapebas (PA) também registram aumento de fluxo. Minas é destaque, da montanha ao mar, do café à história, com o Sudeste mostrando a variedade de roteiros no “Catálogo de Experiências”.
E fechando as atrações de Minas, nossa musa escarlate, Larissa Carvalho. Foto: Edy Fernandes
Lança Perfume
*Em Belo Horizonte, o catálogo - com gastronomia, agroecologia, arte, cervejarias e design - conecta visitantes às tradições.
Como a cultura de bares e os patrimônios reconhecidos internacionalmente.
Na região do Caparaó Mineiro, o café é símbolo de identidade.
Em Alto Caparaó, Jequitibá e Espera Feliz, fazendas centenárias, plantações de cafés raros, cervejarias, trilhas e paisagens de cinema.
O Parque Nacional do Caparaó, com o Pico da Bandeira, é show de natureza preservada e aventura.
A Cordilheira do Espinhaço, única do tipo no Brasil, é reconhecida pela Unesco como Reserva da Biosfera.
Em cerca de 1.200 km: biomas diversos, cidades do Ciclo do Ouro e centros históricos como Ouro Preto e Diamantina.
E mais: rotas do queijo e importantes parques nacionais.
Já a Trilha Transmantiqueira conecta três estados em mais de 1.200 km de caminhos na Mata Atlântica.
Cruzando picos como a Pedra da Mina e 36 unidades de conservação; muita natureza, cultura e aventura.


