Sábado, 11 de julho de 2026
Por falar em elegância, Ângela Dariva. Foto: Edy Fernandes
Passado presente
Da designer de Moda, Manu Paim: “antes de se tornar um dos maiores nomes da moda, Giorgio Armani estudou medicina, trabalhou em uma loja de departamentos em Milão e desenhou para outras marcas italianas. Em 1975, ao lado de Sergio Galeotti, fundou a Giorgio Armani. A partir dali, mudou a forma como o mundo entendia elegância”.
Presente sem fim
“Tirou a rigidez da alfaiataria, deixou os paletós mais leves, as linhas mais fluidas e mostrou que sofisticação não precisa de excesso. Nos anos 80, seu nome ganhou o cinema, o tapete vermelho e o imaginário de uma geração inteira. Armani nos deixou em 2025, aos 91 anos, mas seu legado permanece: uma elegância discreta, precisa e impossível de ignorar”.
Presente elegante
Os 10 mandamentos de Giorgio Armani resumem a essência do luxo discreto: elegância não é sobre chamar atenção, mas sobre deixar uma marca duradoura através da atitude, simplicidade e caimento impecável. A seguir, os princípios consagrados pelo mestre da alfaiataria: vista-se para ser lembrada, não para aparecer. A verdadeira elegância não precisa gritar nem disputar os holofotes.
Postura elegante
Escolha o caimento antes da tendência: uma roupa só funciona quando acompanha o corpo com naturalidade e conforto. Prefira o simples bem feito: um look não precisa de excessos ou informações exageradas para parecer sofisticado. Evite o exagero: quando há informação demais (acessórios, cores ou recortes), a força do visual se perde.
Elegante e eterna
Invista em peças atemporais: escolha itens clássicos e bem construídos que atravessam o tempo sem depender das novidades da moda. Entenda o poder da alfaiataria: um bom corte altera a postura e transmite confiança instantaneamente. Não subestime as cores neutras: preto, branco, marinho, cinza e bege são a base da elegância e nunca saem de moda.
Por citar a elegância, Camila Mendes. Foto: Edy Fernandes
Eterna e bela
A beleza é natural: o visual nunca deve parecer forçado ou artificial; a maquiagem e o cabelo devem valorizar quem você é. Acessórios devem ser coadjuvantes: sapatos e bolsas devem complementar o look, não roubar a cena. A verdadeira sofisticação está na postura: a elegância vai muito além do que você veste; reside na sua confiança, educação e modo de se portar.
Bela e onipresente
Variando sobre o mesmo tema, achamos outras “elegantes definições sobre elegância”, como a do filósofo, escritor e poeta francês, Paul Valéry: elegância é a arte de não se fazer notar, aliada ao cuidado sutil de se deixar distinguir. Na página do Instagram, “Daiana do Lar”, também descobrimos o óbvio: que “elegância não tem nada a ver com o valor da roupa, mas com o valor do caráter”.
Onipresente e verdadeira
“Dizer que pobre não pode ser elegante é revelar o próprio vazio. Elegância nunca foi e nunca será sobre cifrões, marcas ou status. Elegância é essência. É saber ser humilde quando o mundo te desafia. É ter empatia pela dor dos outros - inclusive dos animais. É saber chegar e saber sair, com respeito e coerência. É ouvir mais do que falar, agir mais do que exibir”.
Por insistir em elegância, Juliana Chiari. Foto: Edy Fernandes
Lança Perfume
“Quem mede elegância por conta bancária não entende nada de valores. Porque elegância não se compra, se cultiva. E o que vem da alma não tem etiqueta nem parcelamento”.
*Assim, a elegância é combinação de atitude, postura, respeito e simplicidade.
Com a palavra, quem sabe, fez e faz, como Coco Chanel, em três definições: “a moda passa, o estilo permanece”.
“Elegância é quando o interior é tão belo quanto o exterior”.
“A simplicidade é a chave da verdadeira elegância”.
“Elegância é como o estilo, não se pode comprar”, Carolina Herrera.
“Ser notado sem se esforçar para ser notado”, Luciano Barbera.
“Você jamais estará excessivamente bem-vestido ou será excessivamente educado”, Oscar Wilde.
“Sem elegância no coração, não há elegância”, Yves Saint-Lauren.












