Ser ou não ser

Legenda: Na inauguração da nova loja da Green Up, na unidade da Bodytech no Belvedere, o sócio Felipe Rameh e o músico Rogerio Flausino
Foto: Paulo Navarro

Ser ou não ser
Com a palavra, Luiz Antônio Athayde, da Héstia Consultoria Ltda. e ex-subsecretário de Investimentos Estratégicos do Governo de Minas Gerais: Falta bom senso na peleja em reabrir o aeroporto da Pampulha. Este desvirtuamento pode afastar a capacidade do estado em competir com outros territórios, arriscando empregos e a economia regional. Não é trivial entender o imbróglio desse falso dilema.

Ser ou ter
O dilema? Consolidar Confins ou ressuscitar o Pampulha? Não tempos passageiros para dois aeroportos, como têm São Paulo e Rio. A concorrência entre os dois faria o tráfego aéreo da terceira região econômica do país voltar a ser tributário de SP, Rio e Brasília. Isso é fatal”.

Ser ou dividir
“É insistir numa artéria entupida no meio de um sofisticado sistema de rotas que, a cada dia, por causa das mudanças no tecido econômico, disputam com avidez quem melhor se conecta às artérias internacionais, de maior calibre e que irrigam o sistema econômico mundial”.

Ser ou existir
No mais, o freio que segura Confins é esquecido no debate. Os estrangulamentos nos acessos é que elevam consideravelmente o tempo de traslado, não importa a origem ou destino do passageiro. O pior é que atores insistem em ignorar essa realidade e levam a crer que BH, capital vocacionada aos serviços, possa prescindir de seu hub. Nada mais errático”.

Ser ou perder
“A concessionária BH Airport apostou no mercado mineiro e no planejamento. Desembolsaram ao Tesouro Nacional mais de R$ 1,8 bilhão pela outorga e investiram mais de R$ 900 milhões. Acreditavam que os mineiros não rasgavam contratos.Temos um aeroporto hub já considerado o mais eficiente do país. É imprescindível que os investimentos avancem, como a segunda pista. Será então o aeroporto de melhor performance operacional do país! Voltar à Pampulha é flertar com o passado. Temos que arremeter”.

Curtas & Finas
*Green Up é a cozinha artesanal com altas doses de saúde; união entre Felipe Rameh e três sócios, em nova unidade na Bodytech Belvedere.
O encontro de três continentes inovando a alimentação, feita com ingredientes naturais e entregue de forma ideal.
Green Up é empresa de pessoas sérias com os mesmos objetivos, mas diferentes bagagens culturais.
Reunião das experiências e vidas do carioca Luiz Calfa, do sul-africano Thavashan Perumal, da alemã Carolin Puppel e do já famoso chef mineiro Felipe Rameh.
Parcerias com grandes marcas da gastronomia. Green Up está na academia Cia Athletica, no Diamond Mall e agora na academia Bodytech Belvedere.

* Aos 44 anos, a Cook Cozinhas & Ambientes inaugurou, dia 8, showroom no Ponteio Lar Shopping, recebendo mestres da decoração, arquitetura e clientes.
Foram apresentados lançamentos em acabamentos e materiais nobres para projetar e fabricar armários sob medidas para cozinhas, espaço gourmet, closet e quartos.