Paulo Navarro | quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Os sócios da Hofbräuhaus (HBBH) Bruno Vinhas e Henrique Rocha em noite de Keg Tapping, tradicional evento da casa que acontece sempre às primeiras terças-feiras do mês

Os recém-casados Carlos Henrique Vasconcelos e Viviane Furst, ladeados pelos sócios do charmoso Restaurante Pellegrino, no Sion, Felipe Rocha e Leonardo Ximenes

Missão dada

Sobre a posse de Jair Bolsonaro, inaugurando a esperança em 2019, cantaria Vinicius de Moraes: “Tudo na mais perfeita ordem, tudo na mais santa paz”. Um show de civilização, organização e emoção. Um recorde entre as passagens de poder; sucesso de público e crítica, para mais de 150 mil soldados de um capitão e vários generais. Um exemplo de democracia, liberdade, igualdade e fraternidade.

Missão cumprida

Detalhes tão pequenos de um cidadão comum transformado em presidente contra tudo e quase todos. A caneta BIC, em seu melhor papel, ganhando “A” propaganda, passando pelas novas mãos do poder; do presidente a todos seus ministros assinando o livro de posse. Lágrimas e suor.

Missão exemplar

Até o tempo ajudou, muito calor, mas sem sol, nem chuva. Concerto afinado em verde, amarelo e hino nacional. Público catando o lixo depois do evento, lição aprendida com os japoneses nas Copas do Mundo. Os petistas e o vermelho, mesmo ausentes, fizeram sua sujeira costumeira.

Missão em progresso

Pouca gente viu porque a imagem foi rápida. No asfalto, por onde passou o Rolls-Royce, levando Bolsonaro, sua linda Michelle e o filho Carlos, foi pichado um “Lula Livre”. Icônica e literalmente, Bolsonaro passou por cima e nem deve ter visto. Já Lula, em Curitiba, viu tudo e deve ter pensado em como sua ganância por poder e dinheiro, acabou com sua vida pessoal e política. No mais, mesmo com muitos deputados e senadores não reeleitos, vimos que Bolsonaro estará entre escorpiões e ratos.

Curtas & Finas

* O presidente do Senado, Eunício Oliveira, não reeleito – ainda bem e bem feito – foi o mestre de cerimônias. Mas seus pares estavam e continuarão lá.

Vimos entre outros vilões, dois ex-presidentes de sinistra memória, Sarney e Collor, aplaudindo Bolsonaro, quem diria!

As Marias do Rosário e outros 55 petistas formam, inacreditavelmente, a maior bancada na Câmara dos Deputados. Vão barrar até os espirros do novo presidente!

O prêmio de maior cara de pau vai para o eterno presidente da Bolívia, desde 2006, Evo Morales, que tinha nada a ver com a festa, já que é severo amigo de Lula, Venezuela e Cuba, que foram convidados e, depois, devidamente desconvidados.

O que mais? Vamos sentir falta da mulher de Michel Temer, Marcela, que além de linda e formosa, tem muita classe e discrição.

Mas, agora temos Michelle Bolsonaro que, como o marido, mostrou-se firme, elegante, bela e forte.

Finalmente, o capitão chegou e vai acordar o gigante adormecido.