Paulo Navarro | quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Iniciando seu mandato como presidente da ACMinas, nesta semana, o empresário Aguinaldo Diniz, cuja cerimônia de posse acontece em fevereiro

Foto: Edy FernandesO chefe Ivo Faria, ladeado pela equipe da Casa Flora – Rodrigo Hermeto, Reila Criscia e Luciano Contarini –, referência enogastronômica, com amplo portfólio de alimentos e bebidas de marcas líderes do mercado

Foto: Edy Fernandes

Rosa e cravos

Com esta polêmica boba e inútil sobre questão de gênero em rosa e azul, a ministra Damares Alves, em vídeo, afirma que, nas escolas dos Estados Unidos, “existem mais de 50 gêneros, no Brasil, mais de 70. Inclusive pansexualismo, pessoas que fazem sexo com tudo e todos; declarando ‘relações’ com árvores e até bicicleta!”. E incrivelmente procede. Há anos, na Inglaterra, um homem foi flagrado assim.

Rosa alienígena 

Sinceramente, até desafiando nossa imaginação, o inglês foi flagrado e preso mantendo relações sexuais com sua bicicleta, na garagem do prédio. Atentado ao pudor? Assim, parece até natural o surgimento de “gays” que não são “gays”. Até então, pelo menos aqui, “goy” era “não judeu”. Agora é coisa completamente diferente, “gay que não é gay”, pode?

Rosa choque 

Exemplo? Lemos no blog de Paulo Sampaio. São Paulo, nossa Amsterdã, sempre à frente das outras cidades, terá bar para homens que transam com homens, mas não são gays, são os “g0ys”. Assumidamente heterossexuais, os g0ys são homens que fazem sexo entre si, mas com parcimônia.

Rosa arrochada 

Como a garota que não quer perder a virgindade antes do casamento, os g0ys admitem a masturbação, o sexo oral, mas é proibido penetrar o parceiro. Eles não são gays, são g0ys (o zero no meio da palavra indica “zero anal”). O bar, no Largo do Arouche, já foi inaugurado.

Rosa macho 

Em 350 m², várias salas para os g0ys interagirem. “Cabem apenas 300 pessoas”, diz o dono, Karlos, que instalou “labirintos” para “pegação”. Outros detalhes são impublicáveis neste jornal familiar. Mas e antes do bar? Antes, os encontros g0ys aconteciam em sítios ou festas particulares em casas na cidade. A maioria dos homens é casada (ou tem namorada) e leva a mulher junto, como “prova” da heterossexualidade. Muitos se sentiam constrangidos na presença das mulheres, mas isso foi superado.

Curtas & Finas

* Ainda sobre o tema. Por incrível que possa parecer, as namoradas e esposas aceitaram o movimento g0y melhor do que se esperava.

No site do movimento, regras bem claras para definir os princípios sexuais e evitar a entrada de penetras (sem trocadilho).

Logo no início, se anuncia: “Não participam das nossas festas: trans, homens afeminados, gays e homens solteiros de comportamento passivo”.

O heterog0y que ousar ser penetrado recebe um castigo mais severo: “O passivo será removido e o ativo levará uma advertência; se for reincidente, também será removido”.

Nosso comentário pingando tolerância: g0y não é gay, mas é meio caminho andado.

* Dia 7, o empresário Aguinaldo Diniz Filho iniciou seu mandato na Presidência da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), em reunião com os funcionários.

No encontro, falou sobre as linhas mestras de sua gestão e se informou quanto às atribuições de cada colaborador. Posse, em fevereiro.