Paulo Navarro | quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

O oncologista Bruno Ferrari e sua esposa, Juliana

Ao centro, o cônsul da Itália, Dario Savarese, sendo homenageado pelos irmãos Picchioni, Eduardo, Celso, Hugo e Heitor

O Dragão das maldades 

Da vida dura, nas areias escaldantes de Copacabana, o titular da coluna envia, pasmem, suas impressões sobre economia! Diz ele que é visível o fenômeno chinês na falsificação de praticamente tudo, de bolsas a biquínis. Claro, sem pagar direitos de autor, de propriedade. É um dos segredos da cada vez mais perigosa e potente China, além da gigantesca mão de obra, quase escrava. Mas tem mais.

O Dragão comunista

Só Freud explicaria a cabeça e a política do presidente da China, Xi Jinping, que, maquiavélico, conduz a política e a economia do país comunista mais autoritário e capitalista do mundo. Os chineses, quando não falsificam, na maior cara de pau, compram tudo, inclusive “países”.

O Dragão selvagem 

Xi Jinping, que quer ficar no poder até morrer, ferozmente, engole tudo o que vê e quer. Como muito, mas muito dinheiro, “investe” nos pobres vizinhos da Ásia e em praticamente toda a África. Nos países mais frágeis da Europa também. O famoso porto de Pireu, na Grécia, é chinês.

O Dragão insaciável

Ignorando direitos humanos, de propriedade e trabalhistas, a China está cada vez mais rica e poderosa. Está na cara quem vencerá a guerra comercial de gigantes, entre China e Estados Unidos. Na Europa, há muito, os chineses ultrapassaram os japoneses e árabes no consumo de bens de luxo. Grifes como Louis Vuitton, na China, de tanta falsificação, viraram produtos de secretárias. Todas têm bolsa Vuitton, “made in China”, claro. As milionárias de lá nem querem mais usar esta “bolsa de pobre”.

Curtas & Finas

* Ainda sobre a fome e a vontade de devorar chinesas: a França não perde apenas com a Louis Vuitton, sendo falsificada em qualidade de quinta categoria.

Como dinheiro não tem cheiro, outra instituição francesa está ameaçada, o vinho. Um chinês bilionário pode – já aconteceu – comprar, facilmente, um “terroir”, uma vinícola na França.

Com os direitos do nome, da origem, uma garrafa do mítico Bordeaux vira 10 garrafas na China, com rótulo francês etc.

Com o minério de ferro de Minas Gerais, comprado há anos e em toneladas, a preço de banana, os chineses poderiam construir mais duas Muralhas da China. É de dar medo!

* Calor de derreter catedrais senegalesas? Há 37 anos, no alto verão, o BH Shopping oferece à população uma pista de patinação no gelo.

Ao completar 40 anos, neste 2019, mais um BH On Ice, até 24 de março, em 380 metros quadrados, no estacionamento do Piso Ouro Preto.

Ano passado, mais de 20 mil pessoas se aventuraram na pista, com tecnologia de ponta.