Dia D e JB

Dia D e JB
Dia 2 de fevereiro, dia de festa no mar, eu quero ser o primeiro, a saudar Iemanjá. Dia 25 de fevereiro, dia de festa na terra e no ar, queremos ser os primeiros a saudar Omar. Omar "Catito" Peres que, em sua não menos Fênix, a Hippopotamus, Ipanema, Rio, lança e ressuscita, com 999,99 convidados ilustres, um ícone do jornalismo, o Jornal do Brasil.

Confesso que vivi
No Início deste 2018, no Rio de Janeiro, este colunista renasceu e, "por coincidência" na cidade em que nasceu. Melhor que nascer, ressuscitei pela segunda vez.  A primeira vez, na mesma  Copacabana, foi quando meu filho João Paulo completou um ano e pisou na areia. Descalço, com os pés no chão, entre uma onda e outra, viajei ao passado e visitei o futuro, numa muito familiar e linda paisagem.

Confesso que viajei
Paisagem que sempre traz  lindas recordações de infância, mesmo com as  ondas mágicas me fincando concretamente no presente. Eu já não era o filho do João Navarro, mas o pai de João Paulo Navarro.  Vida que segue, fio de novelo que desembaraça. Um pai inebriado  pelas  ondas.

Confesso que viajei
Inebriado e levado pela brisa de um futuro desconhecido, claro. Agora, no mesmo cenário renasci mais uma vez, pedalando para a vida! Claro, numa paisagem  muito mais urbana e selvagem, diferente das décadas de minha infância catando Tatuí  e até mesmo da iniciação de meu filho.

Confesso que rodei
E neste ano novo, pedalando, troquei o velho rabugento  de  2017  - aquele que fez malabarismo para a bicicleta não cair - por um  homem mais leve, renovado, num bicicleta de verdade.  Generoso, Papai Noel  contribuiu e trouxe para mim e para meu filho bicicletas coloridas. Desde então, pedalamos e, mesmo agora, longe dele, não parei de  "bicicletar". Esquecendo 2017 e movido por atitudes, e das melhores, sigo orla afora neste balneário, assoviando o mantra de  saúde, prazer e esperança.

Curtas & Finas
* E a orla do Rio é passarela do mundo, divã de Deus, lição de anatomia e de comportamento, esperem as próximas duas colunas aqui e de lá!
Em meio aos turistas, brasileiros e gringos, na orla do Rio, o Leblon é um oásis para cariocas não só do bairro.
Longe da "farofa" e incontáveis ambulantes berrando, pagam mais caro em sofisticados lounge-quiosques.
Nos Riva, Azur e Café de la Musique, uma caipivodka custa R$ 35,00.
E entre os “tarlinhas” (corpo de Tarzan e cabeça de galinha), as "janinhas" (corpo de Jane e cabeça de galinha) são um colírio.

* Lemos na coluna, sempre florida e tropical, do colega Lauro Jardim: O mercado de aplicativos de transporte começou o ano em ebulição no Brasil.
A chinesa DiDi Changing, a maior do mundo no setor, está comprando a 99, concorrente do Uber.
Vai pagar R$ 960 milhões pelo negócio, anunciado dia 2.
A transação ocorre exatamente um ano após a DiDi ter levado RS 320 milhões à empresa.