Bom exemplo

Érica Bicalho, Wenderson Lima, Plínio e Cristiane Carvalho.

Bom exemplo
Em tempo de empresários nas prefeituras de Belo Horizonte, Betim, São Paulo e até na Presidência dos Estados Unidos, vale ressaltar o que disse o da capital paulista, João Doria, à revista “Forbes Brasil” quando questionado sobre ter como exemplo o ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg: “Ele é uma referência que me motiva e me entusiasma. Veio do setor privado e não tinha vida orgânica na política”.

Bom farol
Parecendo falar sobre Kalil, novo prefeito de BH, continua: “Bloomberg também era desacreditado no início, tratado com desdém, e fez o que os outros não fizeram: trabalhou. Foi dedicado, perseverante, acordou cedo, dormiu tarde, foi eleito o melhor prefeito que NY já teve”.

Bom e ótimo
Ah! Sobre o pique de Doria, a revista “Forbes” destaca que ele parece não ter tempo a perder. Segundo pessoas próximas: nunca se exaspera, não sente dor, não adoece e não se cansa, apesar de dormir apenas três horas por noite (só no domingo extrapola e fica seis horas na cama). Não tem vícios. Nunca bebeu e tem o estranho hábito “chinês” de trabalhar dois dias em um, há 20 anos, sábado inclusive. Pelo menos 16 horas por dia. E os bizarros mortais reclamando sobre mudanças na Previdência.

Gênios e mortais
“Nós vamos morrer, e isso faz de nós premiados pela sorte. A maioria das pessoas nunca vai morrer porque nunca vai nascer. As pessoas que potencialmente poderiam estar aqui, no meu lugar, mas que de fato nunca verão a luz do dia, ultrapassam os grãos de areia da Arábia”.

Na inauguração do novo escritório Décio Freire e Advogados Associados, a desembargadora Cláudia Maia.


Curtas e finas

* E concluindo a nota “Gênios e mortais”: “Certamente esses fantasmas não nascidos incluem poetas maiores do que Keats, cientistas maiores do que Newton. Sabemos disso porque o conjunto de possíveis pessoas permitidas por nosso DNA excede amplamente o conjunto das pessoas reais”.

* “Nas garras dessas estonteantes improbabilidades, somos eu e você, com nossa insignificância, que estamos aqui”. Richard Dawkins, citado pelo ex-ministro, e sempre companheiro de armas e livros, Roberto Brant, no Facebook.

* E na conturbada posse de Alexandre Kalil, em BH, a primeira ordem foi “cortar gastos desnecessários”. Isso, literalmente, no palco do Teatro Francisco Nunes. João Doria também inovou e tomou posse no Theatro Municipal. Bom sinal!

* E insistiu Kalil: “Conseguiremos governar para quem precisa, abrindo mão de cargos, de empregos, de gastos desnecessários, levando remédio para esse povo desesperado pelo qual todos nós somos responsáveis”.