Belo lamaçal


O spalla Rodolfo Toffolo, o diretor de cena Paulo Rogério Lage, a cantora Leopoldina Azevedo, o Maestro Rodrigo Toffolo e Pedro Pederneiras, iluminador, nos camarins do espetáculo "Quem perguntou por mim" Orquestra Ouro Preto e Fernando Brant. Rodrigo parte amanhã para a Itália, convidado a reger no Festival de Música Orquestral de Bari.

Foto: Iris Zanetti


Belo lamaçal
Recentemente, o expert José Aparecido Ribeiro escreveu e analisou o SOS Hipercentro, liderado pela ACMinas e PBH. Infelizmente, segundo Ribeiro, a situação está fora de controle e a desordem tomou conta do centro de BH. Em nome da crise vale tudo: impedir o direito de ir e vir; vender contrabando, fruto de descaminho; comercializar bens falsificados. Vale até traficar drogas em plena Praça Sete.


Belo caos
Tudo com a conivência, olhos fechados, distraídos ou desviados do Ministério Publico de Minas, através da Procuradoria de Defesa dos Direitos Humanos. Circule pela região, mas não sozinho (a), leve um segurança, pois a PM e a Guarda Municipal não são garantia naquela lama.


Belo absurdo
A prefeitura tem plano para organizar a região, estabelecendo regras, devolvendo as calçadas à população. Mas o MP instaurou inquérito contra a secretária da Regional Centro Sul, só por que ela anunciou que faria a lei ser cumprida, aplicando o Código de Postura da cidade. 


Belo trabalho
Pela "liberdade" vale até montar barraco e barracas nos passeios.  Pesquisa da CDL mostra que para cada camelô instalado no centro de BH, são dois empregos a menos no comércio formal. A Prefeitura fala em 700 pessoas, mas a Associação dos Comerciantes do hipercentro revela que os números são três vezes maiores. A primeira quinzena de junho, com o dia dos namorados, foi a pior da história em termos de vendas. Para os que ganham R$40 mil mensais garantidos, é simples: menos impostos e demissões.



A orgulhosa vovó Marta Ramos e seu netinho Alberto Viotti Ramos

Foto: Arquivo Pessoal


Curtas & Finas

* Ainda sobre o sofrido centro e o MP na lua, atenção TJMG. O Código de Postura morreu.


Oficiais da PM, entrevistados, não sabem o que fazer, pois registra-se ali todo tipo de ilícito e o contingente da PM esgotou. 


* O tão elogiado e restaurado Cine Brasil Vallourec corre risco. Famílias têm medo do entorno. Tanto trabalho e investimento jogados no lixo do descaso.


E o MP pede prazo. Por dia, mais de 50 novos camelôs se instalam na região. Fica o protesto de cidadão contra a atitude incoerente do MP que deveria fazer valer a lei, e não a desordem. 


* Claudia Narciso, Philip Martins e Bruno Marinho convidam para sessão especial de "O Filme da minha Vida". Hoje, às 21h, no Cineart Premium do Ponteio Lar Shopping com a presença do diretor Selton Melo e da produtora Vânia Catani.


* A fotógrafa Myriam Vilas Boas lança, dia 24, seu primeiro livro; 300 exemplares numerados e assinados, na Vila 211, Serra.


São réstias de luzes, como sombras nas paredes da casa da infância, em Caxambu, sua cidade natal.